Por Yasmim Tavares
Maioria da população ainda depende do benefício previdenciário do INSS na aposentadoria. Parcela dos que recorrem ou têm a intenção de usar a previdência privada é maior na classe A/B
Poucos brasileiros conseguem guardar algum dinheiro no fim do mês. Em geral, nem sempre sobra e, às vezes, até falta para pagar as contas. Para fins de aposentadoria, a matemática é simples: se é difícil poupar para as emergências de curto prazo, imagina para as do futuro?
Na maioria dos casos, resta aos trabalhadores contar com o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), cujo valor máximo pago de benefício previdenciário é de R$ 7,5 mil. No entanto, esse teto está longe de ser uma realidade, visto que, para alcançá-lo, é necessária uma contribuição de quase R$ 1,5 mil por mês.
Fonte: Valor Investe, em 06.06.2023