A Petros registrou rentabilidade prévia de 0,79% em julho, superando o objetivo de retorno médio da Fundação, de 0,43%, considerando a carteira consolidada. No acumulado dos sete primeiros meses de 2026, os investimentos somam ganhos de 7,17%, desempenho superior ao objetivo médio do período, de 6,20%.
O resultado foi alcançado em um cenário de nova escalada do conflito no Oriente Médio, que fez retornar as preocupações com o preço do petróleo e as dúvidas sobre os impactos na inflação e no crescimento da economia global.
No Brasil, porém, as prévias da inflação de julho ficaram abaixo das esperadas, permitindo a continuidade do ciclo de redução da Selic por parte do Banco Central. Apesar do corte realizado no início deste mês de agosto, para 14% ao ano, o Banco Central segue com um comunicado cauteloso para futuros cortes na Selic. O Ibovespa também se recuperou, com alta de 3,5% em julho, após quatro meses de resultados negativos.
Neste contexto, todos os planos apresentaram rentabilidade prévia acima de seus respectivos objetivos de retorno no mês. No acumulado do ano, a maior parte dos planos também segue com resultados superiores aos seus objetivos de retorno.
Desempenho por segmento
A renda variável, impulsionada pela entrada de recursos de investidores estrangeiros e pelo bom desempenho das empresas ligadas às commodities, foi o destaque no mês, rendendo 1,73% e acumulando retorno de 7,69% no ano.
A renda fixa, que concentra mais de 80% dos investimentos da Petros, também performou positivamente, influenciada pela carteira de títulos públicos e pelo desempenho dos fundos de investimento. O segmento fechou o mês com rentabilidade de 0,80%, somando ganhos de 7,44% em 2026. Além disso, as operações com participantes, que englobam os empréstimos, tiveram rentabilidade prévia de 1,18% no mês e 6,47% no ano.
Já os investimentos estruturados recuaram 0,30% em julho, enquanto os investimentos imobiliários encerraram o mês com retração de 0,17%. No acumulado do ano, porém, os segmentos acumulam alta de 3,03% e 2,90%, respectivamente.
Por fim, o segmento de investimentos no exterior, que possui ativos descorrelacionados da carteira doméstica, recuou 2,25% em julho, acumulando retração de 4,04%.
Expectativas para agosto
Em agosto, a expectativa é de que o mercado siga acompanhando a evolução da inflação e a trajetória dos juros no Brasil e nas principais economias do mundo. Apesar da recente moderação da inflação, o Banco Central manteve o tom cauteloso, apontando riscos inflacionários ainda presentes e citando o cenário externo como fonte de incertezas. Portanto, a evolução desses temas pode gerar volatilidade nos mercados, exigindo cautela por parte dos investidores.
Nossas equipes de investimentos seguem atentas às movimentações do mercado e focadas em buscar as melhores alocações, priorizando a proteção da carteira e visando alcançar os objetivos de retorno de cada plano.
Para conferir o desempenho do seu plano, acesse o Painel de Investimentos. E para entender melhor o cenário macroeconômico, confira o Informe econômico.
Fonte: Petros, em 12.08.2026.