Depois de encerrar o ano com todos os planos superando seus objetivos de retorno, iniciamos 2026 mantendo a consistência dos nossos resultados. A Petros encerrou janeiro com rentabilidade prévia de 1,46%, bem acima do objetivo de retorno médio da Fundação, de 0,71%, e com todos os planos superando seus objetivos, apesar do cenário econômico desafiador. O desempenho positivo reflete a continuidade das estratégias das políticas de investimentos e o trabalho de nossas equipes, com destaque para os segmentos de renda fixa, renda variável e investimentos estruturados.
Nos PPSPs R e NR, por exemplo, as rentabilidades prévias foram, respectivamente, de 0,92% e 0,95%, contra um objetivo de retorno de 0,71% para ambos os planos. O resultado foi sustentado, principalmente, pela estratégia de imunização – que consiste na compra de títulos públicos com taxas superiores à meta atuarial, alinhando os fluxos desses papéis ao pagamento de benefícios.
Os planos de contribuição definida e contribuição variável também tiveram performance positiva no mês, impulsionados pelos segmentos de renda variável e investimentos estruturados. No PP-2, a prévia de janeiro foi de 2,05%, bem acima do objetivo de retorno de 0,72%. No PP-3, a rentabilidade foi de 1,83% frente a um objetivo de retorno de 0,68%, enquanto no FlexPrev os investimentos tiveram o resultado de 2,34%, contra um objetivo de retorno de 0,69%.
Para saber mais sobre o desempenho do seu plano, acesse o Painel de investimentos.
Resultados por segmento
No mês, a renda variável foi o destaque com rentabilidade de 8,53%. Os segmentos de renda fixa e investimentos estruturados fecharam o mês com rentabilidade de 0,94% e 2,40%, respectivamente. As operações com participantes (empréstimos) também tiveram desempenho positivo de 0,73% na prévia de janeiro.
Por sua vez, os investimentos no exterior – que possuem ativos descorrelacionados da carteira doméstica – tiveram retração de 3,13%, assim como os investimentos imobiliários, que recuaram 0,07%.
Expectativa para os próximos meses
Para os próximos meses, no cenário global a perspectiva é de crescimento moderado nos Estados Unidos, com inflação perto da meta e possibilidade de novos cortes de juros, o que favorece a atividade econômica. Ao mesmo tempo, tensões geopolíticas continuam trazendo alguma incerteza aos mercados internacionais.
No Brasil, a combinação entre expectativa do início do ciclo de corte de juros, desaceleração da inflação e queda do dólar frente às principais moedas tende a apoiar uma melhora gradual da economia. Embora o ambiente seja positivo, ele ainda requer cautela por parte dos investidores.
As nossas equipes de investimento seguem buscando as melhores opções de ativos e protegendo as carteiras, visando alcançar os objetivos de retorno dos planos.
Para conferir o desempenho do seu plano, acesse o Painel de investimentos. E para entender melhor o cenário macroeconômico, confira o Informe econômico.
Fonte: Petros, em 12.02.2026.