O Plano 1, o mais antigo da Previ e de benefício definido, fechou 2019 com um resultado acumulado de R$ 2,38 bilhões. O desempenho do plano foi de 10,55%, superior à meta atuarial apurada no período, de 9,71%. O Previ Futuro, plano que existe desde 1998 e é de contribuição variável, foi de 20,12%.
“Atingimos R$ 216 bilhões em ativos e pagamos R$ 12,6 bilhões em benefícios no ano de 2019. Queremos continuar a crescer e, por isso, nos preparamos para os desafios e as oportunidades dos próximos anos. Uma governança robusta e investimento responsável são critérios que devem ser praticados em uma entidade com foco no longo prazo, que preza pelo futuro de seus participantes”, explica José Maurício Pereira Coelho, Diretor Presidente da Previ.
O resultado do Plano 1 em 2019 foi positivo em R$ 968,32 milhões. Após o impacto de R$ 5,11 bilhões da revisão das premissas atuariais, o resultado do exercício ficou deficitário em R$ 4,15 bilhões. Ainda assim, o resultado acumulado continua positivo em R$ 2,38 bilhões, com a utilização de parte do resultado superavitário de 2018, de R$ 6,52 bilhões.
Uma das premissas atuarias revisadas é a meta atuarial, um indicador fundamental na gestão dos investimentos de um plano previdenciário de benefício definido, como o Plano 1, já que ela estabelece o percentual mínimo que o plano precisa rentabilizar para ficar em uma situação de equilíbrio. Desde janeiro de 2020 a meta do plano passou de 5% + INPC para 4,75% + INPC.
A rentabilidade acumulada do Previ Futuro em 2019 foi mais do que o dobro do índice de referência do período. O plano terminou o ano com R$ 19,41 bilhões em ativos totais. Um dos segmentos com melhor desempenho foi o de renda variável, com uma rentabilidade acumulada de 34,68% no ano. Um dos destaques do plano em 2019 foi a criação dos perfis Ciclos de Vida, nos quais a exposição a investimentos com mais risco é reduzida gradualmente, de acordo com a data-alvo de aposentadoria do participante.
Fonte: Acontece Abrapp, em 09.03.2020.