A Previ apresentou recuperação de seus investimentos nos meses de abril e maio, e tem boas perspectivas para o mês de junho. Segundo o Presidente da entidade, José Maurício Coelho, a fundação deve se recuperar gradualmente dos efeitos da crise do novo coronavírus (COVID-19), em linha com o comportamento do mercado financeiro. "Superaremos essa crise também”, diz em comunicado.
Apenas no mês de maio, o Plano 1 da entidade, da modalidade Benefício Definido (BD), apresentou resultado de R$ 4,73 bilhões. Os investimentos do plano renderam 2,98% no mês, acima da meta atuarial acumulada no ano, de 2,01%. Já no Previ Futuro, plano de Contribuição Variável (CV), a rentabilidade no mês foi de 2,19%, superior ao indicador do plano, acumulado em 1,96%.
“Nós podemos ter tranquilidade para aguardar esta crise se estabilizar. Nossa carteira de renda variável, a que teve o maior impacto da crise, rendeu em maio 7,21% no Plano 1 e 8,90% no Previ Futuro. Nossos ativos são sólidos e, como temos liquidez de curto prazo suficiente para cumprir nossa missão de pagar benefícios, não precisamos vender ativos em condições desfavoráveis”, explica José Maurício.
O Presidente da Previ diz ainda que a fundação está preparada para enfrentar com segurança todas as suas etapas a crise. "Temos como pilares uma governança fortalecida ao longo de toda a nossa história, um planejamento estratégico com visão de longo prazo e uma gestão de risco efetiva. A crise não só vai passar como também sairemos ainda mais preparados e fortalecidos para o futuro que nos espera”, complementa.
Fonte: Abrapp em Foco, em 01.07.2020