Por Beth Koike, Valor
O principal aspecto que explica o desempenho das operadoras médico-hospitalares do setor é a sinistralidade, segundo a agência reguladora
As operadoras de planos de saúde viram seu prejuízo operacional aumentar 54,8% para R$ 1,6 bilhão, no primeiro trimestre quando comparado ao mesmo período de 2022. Mesmo considerando os ganhos financeiros, a última linha do balanço traz um resultado ruim. O lucro líquido caiu 41% para R$ 620,5 milhões, segundo dados da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS).
A receita somou R$ 73 bilhões, alta de 12,3%. No entanto, as despesas subiram 13,4% para R$ 72,6 bilhões — valor quase semelhante ao do faturamento.
Fonte: Valor Econômico, em 22.06.2023