Por Thiago Campaz
Com a popularização do modelo híbrido, é possível perceber um movimento do mundo corporativo em adaptar os escritórios para terem menos atividades rotineiras diárias. A tendência é que esses espaços físicos passem a ser mais parecidos com as propostas dos coworkings: onde não há lugares fixos, com menos estações de trabalho (afinal, não precisará ter capacidade para abrigar todos os funcionários ao mesmo tempo) e focado em ser um local para encontros da equipe e troca de ideias.
Segundo pesquisa da MIT Technology Review Brasil, 100% dos entrevistados acreditam que o mais adequado para esse novo modelo é a frequência de um ou dois dias em casa e o restante no escritório.
Fonte: O Estado de S. Paulo, em 18.10.2021