Por Danielly Fernandes
ANS definiu reajuste máximo de 9,63% dos planos individuais e familiares, mas aumento pode superar os 20% para planos coletivos
A notícia de que os planos de saúde tiveram um prejuízo operacional de R$11,7 bilhões de reais no ano passado reforçou as expectativas para um reajuste alto nos contratos individuais e familiares. Definido anualmente pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), a cifra ficou em 9,63%, conforme anunciou nesta segunda-feira (12/6) a agência reguladora. No entanto, no caso dos planos coletivos e por adesão, que não possuem teto de reajuste definido pela ANS, há quem acredite dentro do setor que o aumento pode superar os 20%.
O percentual de reajuste dos planos individuais e familiares é divulgado anualmente pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) entre maio e junho, e vale para o período de maio de 2023 a abril de 2024. Para definir a cifra, a ANS adota uma fórmula de cálculo, regulamentada na Resolução Normativa 441/2018, que leva em consideração a variação das despesas em saúde, ganhos de eficiência, a variação da receita por faixa etária, além do IPCA/IBGE.
Fonte: JOTA, em 14.06.2023