Por Juliana Matias
Hospitais e farmácias têm encontrado dificuldades para adquirir soro fisiológico, amoxicilina e até mesmo dipirona
O Ministério da Saúde orientou, em nota publicada na última terça-feira (12/7), que as organizações de saúde racionalizem o uso de contraste iodado nos exames e procedimentos médicos devido à falta do medicamento. Além do contraste, hospitais e farmácias tem encontrado dificuldade em adquirir soro fisiológico, amoxicilina e até mesmo dipirona.
O contraste iodado é utilizado nos procedimentos de tomografia computadorizada. No documento, o Ministério da Saúde atribui a escassez ao lockdown chinês que impactou a produção e distribuição do insumo. “Uma das principais empresas afetadas, o laboratório GE Healthcare, informou, em nota, que a fábrica de Xangai havia sido afetada, mas que, desde o início do mês de junho, retomou em 100% a capacidade de produção. No entanto, devido à escassez no mercado internacional, ainda há a dificuldade no atendimento e normalização da relação entre oferta e demanda”, consta.
Fonte: JOTA, em 20.07.2022