Cenário dos planos de saúde requer mudanças, como fortalecimento do processo de ATS e discussão sobre preços de medicamentos
A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) divulgou o balanço do 3º trimestre das operadoras e trouxe números que redobraram o alerta no setor: 5,5 bilhões de reais em prejuízos aos planos de saúde. Apesar de ter chego ao maior número de beneficiários desde 2015, com 50,2 milhões em outubro, as despesas assistenciais têm pressionado as contas das operadoras, que atingiram a sinistralidade mediana de 84,5% nos últimos 12 meses.
A análise das entidades ligadas aos planos de saúde é que é preciso encontrar soluções para reverter esse quadro. Para isso, existe a necessidade de diálogo com o novo governo eleito e o novo Congresso para que, em 2023, as operadoras consigam encontrar mais equilíbrio do ponto de vista financeiro, com algumas mudanças regulatórias e legislativas.
Fonte: Futuro da Saúde, em 14.12.2022