Os planos administrados pela Viva Previdência, Entidade Fechada de Previdência Complementar (EFPC), registraram retorno positivo no primeiro semestre deste ano e esse resultado mostra o acerto na atual política de investimentos da Fundação, a partir do processo de diversificação da carteira de ativos iniciado no segundo trimestre, com a inclusão de novas alternativas para os mais de R$ 3,1 bilhões de patrimônio administrado.
“Com a mudança na estratégia de investimentos a Viva está mais preparada para os novos desafios da conjuntura econômica. A diversificação em novas alternativas de investimentos favorece extrair rentabilidade de ativos que antes não fazia parte da composição da carteira, bem como reduz a volatilidade como o todo.”, avalia Adriano Suzarte, gerente de investimentos da entidade.
O Plano Viva Pecúlio, o mais antigo da fundação, registrou no 1º semestre rendimento de 3,15%, equivalente a 248,07% CDI.
O Plano Viva Futuro, o plano mais jovem da fundação, obteve no mesmo período um retorno de 2,62%, correspondente a 206% do CDI.
Já, o Plano Viva Empresarial teve uma variação positiva no 1º semestre de 1,93%, equivalente a 152% do CDI.
O AnaparPrev, transferido em 30 de abril para a gestão da Viva Previdência, com patrimônio líquido de mais de R$ 600 milhões, rendeu no 1º semestre 1,08%, equivalente a 85% do CDI.
A Viva vem diversificando a composição da carteira de ativos, com a inclusão de novas alternativas de investimentos. A partir do mês de abril, além dos segmentos de renda fixa, renda variável e estruturado (FIP), foram realizadas alocações nos segmentos estruturado multimercado (FIM) e exterior.
Esse desempenho vem com a chancela de uma instituição que possuiu o Selo de Autorregulação em Governança de Investimentos pelo sistema Abrapp, Sindapp e ICSS, certificado obtido em dezembro de 2020. “O Selo e os resultados consistentes atingidos pela Viva são diferenciais que possuímos para captar potenciais participantes para os nossos planos, ou transferir um plano de benefício já constituído para a fundação”, avalia Adriano Suzarte, gerente de investimentos da entidade.
Fonte: Viva Previdência, em 19.07.2021