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Os planos de previdência administrados pela Fachesf tiveram resultados positivos em agosto de 2026. Entre os planos de Contribuição Definida, o destaque do mês foi o CD BAC, que registrou rentabilidade de 1,10%, diante da referência de 0,12%. Com esse resultado, o plano CD BAC passou a acumular 7,76% no ano, superando o índice de referência de 6,76%.
O plano BD apresentou rentabilidade de 0,68%, o BS de 0,53% e o CD BCO de 0,56%, frente a metas mensais de 0,10%, 0,11% e 0,12%, respectivamente. O CD Puro também superou seu índice de referência mensal, registrando variação de 1,11%, frente a 1,09% do CDI. Já o RealizePrev apresentou rentabilidade de 1,08%.
No acumulado de 2026, os planos CD BCO, BD, BS e CD BAC seguem acima de suas respectivas metas, enquanto os demais mantêm trajetória positiva no período.
Confira os resultados de rentabilidade abaixo.
Os relatórios detalhados de cada plano estão disponíveis na página de Investimentos.
|
Plano |
Rentabilidade Mês |
Meta Mês |
Rentabilidade Ano |
Meta Ano |
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CD BCO¹ |
0,56% |
0,12% |
8,13% |
6,76% |
|
BD¹ |
0,68% |
0,10% |
7,68% |
6,66% |
|
BS¹ |
0,53% |
0,11% |
7,78% |
6,74% |
|
CD BAC² |
1,10% |
0,12% |
7,76% |
6,76% |
|
CD Puro² |
1,11% |
1,09% |
8,41% |
9,33% |
|
RealizePrev² |
1,08% |
1,09% |
8,28% |
9,33% |
² Variação da cota líquida
Gestão dos investimentos
A renda fixa voltou a exercer papel importante nas carteiras em agosto. Nos planos BD, BS e CD BCO, o segmento continuou contribuindo para os resultados, refletindo sua elevada participação nas carteiras e a estratégia de compatibilização dos investimentos com os compromissos previdenciários de longo prazo.
Nos planos de Contribuição Definida, a estratégia de inflação foi beneficiada pelo fechamento dos prêmios de juros reais, enquanto o crédito privado também apresentou desempenho favorável. Nos segmentos de maior volatilidade, a renda variável doméstica enfrentou um mês mais difícil, enquanto os investimentos estruturados e, no caso do CD BAC, a exposição internacional contribuíram positivamente para o desempenho.
A combinação desses resultados reforça a importância da diversificação das carteiras e da adequação das estratégias às características de cada plano. A Fachesf acompanha de perto as condições dos mercados para conduzir os investimentos com foco na preservação do patrimônio, no controle dos riscos e na busca de resultados consistentes no longo prazo.
Cenário Econômico
No Brasil, agosto trouxe uma combinação de inflação mais favorável e continuidade do processo de redução dos juros. O Copom reduziu a Selic para 14% ao ano, enquanto a inflação recuou no mês, beneficiada principalmente pela queda dos preços da energia elétrica e das passagens aéreas. A atividade econômica, por outro lado, apresentou sinais de desaceleração. Nos mercados, o Ibovespa passou por forte oscilação ao longo do período e encerrou o mês próximo da estabilidade, após recuperar parte das perdas observadas na primeira quinzena.
Nos Estados Unidos, os juros de longo prazo continuaram pressionados em um ambiente de atenção à persistência inflacionária. Mesmo diante desse cenário, as bolsas americanas apresentaram desempenho positivo em agosto, apoiadas principalmente pelos resultados das empresas de tecnologia. O contraste entre juros elevados e resultados corporativos favoráveis manteve a volatilidade e a sensibilidade dos mercados às perspectivas para a política monetária.
Na Europa, a inflação voltou a ganhar força, influenciada principalmente pela elevação dos preços de energia. Apesar disso, as pressões inflacionárias permaneceram mais concentradas nesse segmento, enquanto os preços de serviços e de outros componentes apresentaram desaceleração. O cenário manteve o Banco Central Europeu cauteloso em relação aos próximos passos da política monetária.
Na China, os indicadores industriais mostraram sinais de estabilização após o desempenho mais fraco observado em julho. A economia, entretanto, continuou crescendo em ritmo moderado e com recuperação desigual entre os setores. As autoridades sinalizaram uma postura mais ativa para sustentar a atividade econômica, com perspectiva de maior utilização de estímulos ao longo dos próximos meses.
Fonte: Fachesf, em 18.09.2026.