Os investimentos da Petros encerraram o mês de junho com rentabilidade prévia de 0,84%, considerando a carteira consolidada da Fundação, acima do objetivo de retorno médio de 0,71% para o período. No primeiro semestre de 2026, a rentabilidade prévia acumula alta de 6,22%, superando o objetivo de 5,92%.
Em junho, o cenário macroeconômico continuou volátil, com investidores atentos ao ambiente internacional. O avanço no acordo de paz entre Estados Unidos e Irã trouxe algum alívio aos preços das commodities, sobretudo do petróleo, mas o ambiente global seguiu exigindo cautela. Na Bolsa brasileira, o Ibovespa voltou a fechar no campo negativo, com queda de -1,01% em junho, o quarto mês seguido de recuo.
Diante deste cenário, a estratégia de imunização dos planos de benefício definido protegeu a rentabilidade da carteira dos planos, como PPSP-R e PPSP-NR, que encerraram o mês e o semestre acima de seus objetivos de retorno. Os planos de contribuição variável também superaram seus objetivos, com destaque para o PP-2, maior plano do país nessa modalidade. Nos planos de contribuição definida, que têm maior exposição a ativos sensíveis às oscilações do mercado, a volatilidade da Bolsa e dos juros seguiu influenciando o resultado.
Resultados por segmento
A renda fixa registrou rentabilidade prévia de 0,93% em junho, sendo novamente o destaque positivo do mês, influenciada pela carteira de títulos públicos e pelo desempenho dos fundos de investimento. Esse segmento responde por mais de 80% dos investimentos consolidados da Fundação e acumulou alta de 6,47% no primeiro semestre de 2026.
Também foram destaque as operações com participantes, que incluem empréstimos. Essa carteira teve rentabilidade de 1,24% no mês e 5,41% no primeiro semestre. Além disso, os investimentos estruturados apresentaram desempenho positivo, com ganhos de 0,47% em junho e 3,34% no acumulado do ano. Já os investimentos imobiliários encerraram o mês com leve retração de -0,02%, acumulando alta de 2,59% em 2026.
A renda variável, por sua vez, recuou -0,05%, em um mês em que o Ibovespa registrou queda de 1,01%. Ainda assim, no acumulado do primeiro semestre, o segmento apresenta alta de 5,86%.
Por fim, o segmento de investimentos no exterior, que possui ativos descorrelacionados da carteira doméstica, avançou 3,68% em junho. No ano, o segmento acumula retração de -1,83%.
Expectativas para julho
A perspectiva para julho indica a continuidade de um ambiente de mercado influenciado por desafios geopolíticos internacionais, oscilações nos preços da energia e os rumos da política monetária das principais economias. No cenário brasileiro, permanecem em destaque as expectativas relacionadas à inflação e às taxas de juros, além dos impactos das variações do mercado acionário e do câmbio sobre os investimentos domésticos.
Nesse contexto, nossas equipes de investimentos seguem acompanhando de perto os movimentos do mercado, buscando identificar oportunidades e definir estratégias de alocação que conciliem proteção patrimonial e potencial de rentabilidade, sempre alinhadas aos objetivos de cada plano.
Para conferir o desempenho do seu plano, acesse o Painel de Investimentos. E para entender melhor o cenário macroeconômico, confira o Informe econômico.
Fonte: Petros, em 10.07.2026.