Anualmente, realizamos estudos técnicos para definir a taxa de custeio de cada plano de benefícios, com o objetivo de assegurar o equilíbrio administrativo da Petros. Como resultado da última revisão, para o ano de 2026, foi mantida a taxa de custeio na maior parte dos 18 planos que administramos e houve redução em três deles (PPSP-R Pré-70, PPSP-NR Pré-70 e GasPrev), reforçando o compromisso da atual gestão com a eficiência na aplicação dos recursos dos participantes.
Os estudos são realizados seguindo critérios técnicos, em linha com a legislação vigente (Resolução CNPC nº 48/2021), e os percentuais são aprovados pelo Conselho Deliberativo, instância máxima de governança da Fundação.
As novas taxas estão vigentes desde 1º de janeiro e são válidas para todo o exercício de 2026.
Taxa média da Petros é abaixo da praticada no setor
Importante destacar que as taxas de administração adotadas pela Petros estão situadas em patamares abaixo da média praticada no setor. Nas entidades fechadas de previdência complementar, a média é de 0,28% frente ao percentual médio de 0,20% da Petros, considerando todos os planos administrados.
Veja o gráfico abaixo:

Fonte: Relatório Gerencial de Previdência Complementar (3º trimestre de 2025)
A boa evolução dos recursos garantidores, impulsionada pelo desempenho dos investimentos, vem reduzindo o percentual necessário para cobrir despesas administrativas. Somado ao fortalecimento de outras fontes de receita e à estrutura consolidada do fundo administrativo, esse cenário cria um ambiente favorável para que o percentual possa continuar sendo revisto ao longo dos próximos exercícios, sempre com foco na sustentabilidade do custeio.
Para verificar a taxa de custeio de cada plano administrado pela Petros, clique aqui. Além disso, enviamos comunicados por e-mail para os participantes dos planos que tiveram alteração na taxa.
Fonte: Petros, em 11.02.2026.