A Petros revisou suas políticas de investimentos para os próximos cinco anos (2018-2022), período em que a estratégia de promover uma gestão mais ativa será viabilizada por meio de maior flexibilidade na carteira de investimentos. A revisão está em linha com uma cultura de asset management implantada na Fundação desde a chegada da atual Diretoria Executiva, diz comunicado da entidade. “Desde 2017 buscamos um bom grau de liquidez, seja para aproveitar janelas de oportunidades de compra de ativos a preços descontados, seja para ter agilidade na redução de risco das carteiras. As políticas atuais reforçam esse compromisso”, destaca o diretor de Investimentos, Daniel Lima.
As novas diretrizes das políticas de investimentos da Petros apontam, sobretudo, para uma gestão cada vez mais ativa da carteira de renda fixa e a troca de parte da renda variável de liquidez restrita por posições mais líquidas. O mercado de crédito, tanto primário quanto secundário, está no radar da Petros, primando pela disciplina na seleção dos papéis e visando obter prêmios de risco adequados.
Ainda como forma de diversificação, as políticas preveem a possibilidade de investimentos no exterior, porém limitando a alocação máxima a 1% no Plano Petros do Sistema Petrobras (PPSP), de benefício definido, e a 2% no Plano Petros-2 (PP-2), de contribuição variável. No caso específico do PP-2, por se tratar de um plano jovem, há a possibilidade de aumento de investimentos com lastro em imóveis.
Fonte: Abrapp Acontece, em 24.01.2018.