Um "número significativo" de famílias das vítimas do avião da companhia boliviana LaMia, que se acidentou há dois anos na Colômbia com a equipe da Chapecoense e jornalistas a bordo, teve acesso a um fundo de assistência criado por uma seguradora, informou a companhia nesta quarta-feira (28).
A empresa de seguros BISA havia negado o pagamento da apólice de seguros, argumentando que a companhia aérea cometeu "violações técnicas e contravenções contratuais", mas criou um "fundo de assistência humanitária" para as vítimas.
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Fonte: Jornal Estado de Minas, em 28.11.2018.