É permitido o uso do Whatsapp e plataformas similares para comunicação entre médicos e seus pacientes, bem como entre médicos e médicos, em caráter privativo, para enviar dados ou tirar dúvidas, bem como em grupos fechados de especialistas ou do corpo clínico de uma instituição ou cátedra. É o que esclarecer o Parecer número 14/2017 publicado pelo Conselho Federal de Medicina.
De acordo com o documento, é importante observar que todas as informações passadas têm absoluto caráter confidencial e não podem extrapolar os limites do próprio grupo, nem tampouco podem circular em grupos recreativos, mesmo que composto apenas por médicos.
Para ler o parecer na íntegra, clique aqui.
(Informações do CFM)
Fonte: Saúde Jur, em 21.06.2017.