Por Alessandro Acayaba de Toledo
A saúde suplementar, assim como outros setores da economia, passou e vem passando por diversas transformações, aprimoramentos e modernizações. O atendimento médico teve grandes avanços, ainda mais depois de experimentar o combate à pandemia. A tecnologia vem se mostrando indispensável para fortalecer o sistema e criar condições mais favoráveis para frear a escalonada de custos e despesas médicas. A telemedicina, que até pouco tempo atrás encontrava resistência de alguns setores, tornou-se uma importante aliada nesta evolução.
É grande o número de projetos que estão no Congresso Nacional para propor mudanças na Lei dos Planos de Saúde, são cerca de 250. Desde julho, foi instalada na Câmara dos Deputados uma comissão especial para retomar o debate sobre as mudanças no Projeto de Lei 7419/06, do Senado. Os trabalhos estão sendo presididos pela deputada Soraya Manato e com relatoria do deputado Hiran Gonçalves. Entre os temas em discussão, está o aumento do preço das mensalidades dos planos de saúde. A Associação Nacional das Administradoras de Benefícios (ANAB) é favorável à revisão e ao aperfeiçoamento das regras vigentes para que o setor se reequilibre e permita que mais usuários possam conquistar o direito de contratar o plano de saúde, considerado o terceiro maior desejo de consumo da população brasileira, de acordo com estudo recente do IBOPE. Hoje, segundo dados da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), estamos perto de 50 milhões de consumidores com planos de saúde no país.
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Fonte: O Estado de S. Paulo, em 14.09.2021