Por Luciana Casemiro e Glauce Cavalcanti
Modelo ainda não reduz mensalidade, mas usuário pode economizar em franquias e coparticipação
Na tentativa de reduzir o impacto da escalada dos custos da saúde — que deve fechar o ano com alta média entre 15,4% e 19%, ante uma estimativa de inflação geral próxima dos 4% — operadoras de planos privados apostam numa nova forma de atendimento, baseada numa fórmula já bem antiga: o médico de família. As empresas do setor, que têm 47,3 milhões de beneficiários, estão resgatando o modelo europeu, que inspirou o Sistema Único de Saúde (SUS), em que um profissional centraliza o acompanhamento e orientação de segurados e seus dependentes. Experiências iniciais, mostram, segundo as empresas, melhora no atendimento com redução de despesas entre 20% e 30%. Por enquanto, isso ainda não afeta as mensalidades, mas a expansão do modelo poderá reduzir os gastos de pacientes com mensalidades e taxas de coparticipação no longo prazo, dizem operadores do setor.
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Fonte: O Globo, em 22.10.2018.