Por Jomar Nascimento
Um paciente agenda uma consulta médica, fornece seus dados pessoais na recepção e, no dia da consulta, leva seus exames, relata ao médico seus sintomas e é examinado. Em seguida, o médico registra tudo no prontuário e prescreve algum medicamento utilizando a assinatura digital e o QR Code, facilitando a vida do paciente, que em seguida recebe a receita em seu celular. Com exceção de bancos e instituições financeiras, poucos estabelecimentos coletam tantos dados pessoais e dados sensíveis em um procedimento de rotina. Estes dados, por sua vez, são registrados em um sistema, e é exatamente neste momento que se acende uma luz de alerta: como guardiões dos dados dos pacientes, os médicos estão de fato se assegurando que não haja uma exposição indevida de seus dados, bem como sua má utilização?
Fonte: Medicina S/A, em 03.02.2021