O potencial da rede 5G aplicada ao Open Health brasileiro exige milhares de data centers de edge computing para se tornar real
Até o final deste ano, a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) lançará a plataforma brasileira de Open Health. Com um papel semelhante ao do Banco Central em relação ao Open Banking, a ANS estabelecerá o cronograma e os critérios de governança para que aconteça o compartilhamento de dados entre os milhares de provedores de serviços de saúde brasileiros, de grandes hospitais e laboratórios a universidades, passando pelo muito diverso segmento de Health Techs.
De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), a missão de todas as iniciativas de saúde digital é melhorar a condição de vida das pessoas por meio de tecnologias como AI, block chain, IoT, telemedicina e outras. Em relação ao papel específico do ecossistema Open Health, a consultoria KPMG explica o Open Health como um modelo com o potencial de entregar uma experiência personalizada e integrada ao cliente, aumentando a produtividade do provedor de serviços de saúde. Esse ecossistema visa, por meio do reconhecimento de que os dados desse setor são um ativo crítico, otimizar a entrega de serviços de saúde a todas as pessoas.
Fonte: Saúde Business, em 08.12.2022