Por Rogério Pires
Depois do open banking e open insurance, chegou a vez do setor da saúde aderir ao modelo aberto de compartilhamento de dados, trazendo mais agilidade e benefícios para empresas e pacientes. Em fevereiro, o Ministério da Saúde anunciou interesse no open health, uma medida que permite que operadoras de saúde, clínicas médicas, hospitais e consultórios possam compartilhar de maneira responsável e legal as informações dos pacientes — desde que, sempre, autorizadas pelo proprietário dos dados.
Essa prática propõe, entre outras coisas, que as instituições de saúde criem produtos e ofereçam soluções mais adequadas, personalizadas e padronizadas aos perfis dos pacientes. Além disso, é um movimento importante para automatização e ganho de produtividade, tanto para o compartilhamento e atualização de informações entre diferentes entidades e planos, quanto para o armazenamento e recuperação destes mesmos dados.
Fonte: Medicina S/A, em 12.07.2022