Por Simone Goldberg
Parcerias, produtos regionais, atenção às pequenas e médias empresas e combate às fraudes são ações para enfrentar aumento de custos
O mercado de seguro-saúde, que concentra nos contratos coletivos, especialmente empresariais, mais de 80% dos segurados, vive diante do desafio de lidar com custos crescentes. Dados da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) mostram que, em março deste ano, o número de usuários de planos de assistência médica chegou a 50,2 milhões, pouco acima do registrado nos dois meses anteriores e menor do que o fechamento de 2022, quando eram 50,4 milhões.
O aumento da frequência de uso, inflação médica elevada, novas coberturas obrigatórias, fraudes e judicialização pesam sobre as operadoras. “Atualmente, a alta sinistralidade é generalizada em todo o mercado de saúde suplementar”, diz Vera Valente, diretora-executiva da Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde).
Fonte: Valor Econômico, em 30.05.2023