Entenda se o reajuste da ANS em 2022 será suficiente para a recuperação das operadoras de saúde.
Como é de se esperar, a pandemia trouxe grandes impactos para todo o setor de saúde, mas para a saúde suplementar o impacto não foi direto e não foi imediato, seus efeitos tardaram, mas chegaram.
Os impactos da pandemia para a saúde suplementar
No primeiro ano de pandemia (2020) houve uma pressão sobre o SUS enquanto a saúde suplementar teve um ano com resultados recordes devido a menor utilização dos beneficiários. Já no segundo ano (2021), com a segunda onda do coronavírus, a pressão também chegou para as operadoras de saúde com o aumento repentino das internações. Entretanto, para as operadoras com melhor gestão de custos e reservas (acumuladas após as sobras recordes de 2020), a situação foi controlada.
Devido a sua fórmula de cálculo, que considera os números das operadoras de saúde dos últimos 12 meses, a ANS divulgou pela primeira vez na história um reajuste negativo dos planos de saúde, em – 8,1%.
Fonte: XVI Finance, em 17.08.2022.