Por Daniella Grinbergas
Em um mundo movido pela avalanche de dados que vêm transformando a base de operações das empresas, a agenda da transformação digital não deixa de invadir também o universo da saúde. E fica cada vez mais clara a percepção de valor sobre o open health e a urgência de colocar em prática o movimento que deve levar ao compartilhamento de dados e informações de saúde dos pacientes.
Nesse cenário, os hospitais começam a se reestruturar e pensar em caminhos para se destacarem no movimento. Realidade em diversos países, os smart hospitals, muito além do design futurista e dos equipamentos de ponta com tecnologia embarcada, são uma fonte inesgotável de produção de dados. Com sensores de IoT conectados a plataformas digitais em tempo real e uso de inteligência artificial que potencializa a tomada de decisão mais assertiva, eles correspondem a uma nova estrutura que vai mudar a forma como consumimos saúde.
Fonte: Projeto DRAFT, em 18.04.2023