Por Michel Goya
Em 2024, o setor de saúde suplementar brasileiro viveu um paradoxo: enquanto as operadoras de planos de saúde registraram lucros líquidos históricos — R$ 11,1 bilhões no acumulado de janeiro a setembro, segundo a ANS —, fornecedores de dispositivos médicos enfrentam um prejuízo sistêmico crescente. Estima-se que R$ 4,58 bilhões em faturas estejam atualmente represadas, glosadas ou inadimplidas, valor que representa 36% do faturamento das empresas associadas à ABRAIDI (Associação Brasileira de Importadores e Distribuidores de Produtos para Saúde).
Fonte: Medicina S/A, em 05.05.2025