Por Lasse Koivisto
Sou uma pessoa que gosta de discutir a parte prática do negócio. Podemos até filosofar, mas é fundamental direcionar o foco para o que temos de concreto, a fim de atingirmos objetivos.
O tema open health está no radar do mercado de saúde e para os mais ligados em tecnologia e inovação, então, já soa familiar. Recentemente, o ministro da saúde levou a discussão a público e o debate, sem dúvida, é saudável. O que gostaria de questionar é a abordagem.
Falar sobre a necessidade de reduzir custos, lamentar a falta de sistemas digitalizados na maioria dos hospitais brasileiros, apontar as falhas na padronização dos dados ou ficar só na constatação de que é preciso compartilhar dados, é chover no molhado. Já conhecemos nossos problemas e, sim, eles representam grandes desafios que teremos pela frente.
Fonte: Future Health, em 11.11.2022