Por Natália Soriani
Sem dúvidas, os avanços na medicina têm proporcionado inúmeras soluções anteriormente inimagináveis, desde no que diz respeitos aos diagnósticos precisos até nos tratamentos eficazes para doenças graves. São procedimentos novos desenvolvidos e que não apenas melhoram a qualidade de vida, como também em muitas ocasiões são determinantes para a sobrevivência de pacientes com condições complexas.
Com todo esse potencial, tais inovações deveriam ser incorporadas com agilidade pelas redes que tratam da saúde, como as operadoras de planos. Mas, infelizmente, não é o que acontece. Na mão oposta, o que se vê é um grande número de recusas ou atrasos na aprovação desses procedimentos, o que pode gerar consequências devastadoras para os pacientes, retardando o início de tratamentos essenciais e diminuindo suas chances de recuperação.
Fonte: ConJur, em 25.01.2025