Conteúdo oferecido por Hospital Israelita Albert Einstein
Expectativa do setor é garantir a telemedicina de forma integrada às possibilidades presenciais, melhorando a jornada do paciente
Há pouco mais de dois anos, a telemedicina ainda crescia a passos tímidos no Brasil. Por vezes vista com certa desconfiança entre pacientes e até médicos, a prática também vivia um limbo jurídico, pois até então sua última regulamentação era de 2002. Fato é que, de lá para cá, o cenário da saúde mudou completamente. Hoje, não é exagero dizer que essa vertente da medicina foi essencial no combate à pandemia de Covid-19.
De acordo com dados da Saúde Digital Brasil (SDB), entidade representativa dos prestadores de serviço de telessaúde brasileiros, mais de 7,5 milhões de atendimentos foram realizados via telemedicina no país, entre 2020 e 2021. Desse número, estima-se que 1% foram fundamentais para a manutenção de vidas, representando 75 mil pessoas salvas.
“É comum confundir a chegada do novo coronavírus como o ponto inicial de adoção da prática. Mas, na realidade, ela foi um grande catalisador. Não podemos tratá-la como um agente isolado”, aponta Carlos Pedrotti, gerente médico do Centro de Telemedicina do Hospital Israelita Albert Einstein.
Fonte: Futuro da Saúde, em 08.06.2022