Por Fabricio Galvão
Recuperação financeira das operadoras contrasta com tensões na cadeia assistencial e reforça a urgência da mudança no modelo de remuneração
O setor de saúde suplementar no Brasil vive um momento de profunda reflexão. Após um período de intensa pressão sobre as margens, os dados mais recentes da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) apontam para uma recuperação financeira expressiva, com um lucro líquido de R$ 11,1 bilhões em 2024, um aumento de 271% em relação ao ano anterior1.
A sinistralidade, que mede a relação entre as despesas assistenciais e as receitas, atingiu 82,2% no quarto trimestre de 2024, o menor índice para o período desde 2018, e continuou sua trajetória de queda em 2025.
Fonte: Saúde Business, em 30.01..2026