Por Rosiane Correia de Freitas
O dinheiro de consórcios que efetivamente comprou imóveis no Brasil saltou de cerca de R$ 7 bilhões em 2015 para mais de R$ 30 bilhões em 2025. Em Curitiba, ainda é uma fatia pequena do mercado, mas é a que mais cresce — e ganha espaço justamente enquanto o financiamento bancário perde fôlego
Comprar imóvel sem entrar num banco, sem pagar juros e sem comprovar renda de imediato deixou de ser exceção. O consórcio, modelo em que um grupo de pessoas se cota mensalmente e cada uma é contemplada ao longo do tempo, vive a maior expansão de sua história no país — e o tijolo é o destino preferido desse dinheiro.
Fonte: Plural, em 01.06.2026