Por Henrique Alberto Faria Motta
A atividade seguradora sempre teve como combustível a informação. A partir da transição do modelo puro de mútuo, em seus primórdios – em que os prejuízos da perda eram cotizados pelos mutuários – para o modelo que avalia o risco por meio de cálculos atuariais, os dados são seu principal insumo.
Meios eletrônicos e remotos com novos canais de comunicação via internet criaram formas inovadoras de acesso aos produtos e às empresas e vieram a permitir que estas conheçam melhor seus segurados e os futuros clientes. Saber mais dos interesses e das necessidades dos consumidores permite a criação de diversos seguros e a adaptação de outros já comercializados.
Os tempos mudaram e o seguro está mudando com eles. O setor, um dos mais conservadores, se movimenta na direção das novas tecnologias. O caminho ainda está repleto de pontos de interrogação, e os alicerces da atividade continuam, e deverão, por muito (ou para sempre), seguir fincados na informação.
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Fonte: Cadernos de Seguro, edição 193, Janeiro de 2018.