Por Jihan Zoghbi*
Não haverá justificativa razoável para o Brasil — um país de dimensões continentais e com tantos gargalos na saúde — não autorizar o uso permanente da telemedicina no pós-pandemia. Trata-se de um modelo de atendimento comprovadamente eficaz em diversos casos, como controle de doenças crônicas e acompanhamento pós-cirúrgico. Os resultados obtidos desde que o serviço foi liberado, em março, para frear o contágio do novo coronavírus, são a grande prova de que é uma alternativa eficaz para ajudar a desafogar o sistema de saúde, diminuir custos, agilizar diagnósticos e levar atendimento de qualidade a áreas remotas do país.
Fonte: Canaltech, em 02.03.2021