A rentabilidade acumulada das Entidades Fechadas de Previdência Complementar (EFPCs), como a Vivest, chegou a 157,2% entre 2015 e março de 2024, enquanto o segmento aberto alcançou 113,7% no mesmo período. Os dados estão no Relatório Gerencial de Previdência Complementar (RGPC) do primeiro trimestre de 2024, publicado recentemente pela Secretaria de Regime Próprio e Complementar, do Ministério da Previdência. No caso da Vivest, a rentabilidade neste período foi ainda maior: 182,49%. As entidades fechadas de previdência não têm fins lucrativos e administram planos de previdência para um grupo restrito de participantes, geralmente colaboradores de uma empresa, visando complementar a aposentadoria pública. Já as abertas são instituições financeiras que oferecem planos, como os chamados PGBLs, para o público em geral.
De acordo com o relatório, essa diferença significativa pode ser explicada, principalmente, pelas menores taxas de administração praticadas pelas entidades do segmento fechado. No caso da Vivest, por exemplo, a taxa de administração de um dos produtos, o Familinvest, é de 0,20% ao ano, enquanto nos PGBLs de mercado a taxa fica, em média em 1,6% ao ano.
"Manter taxas de administração competitivas e uma carteira diversificada são fatores essenciais para alcançarmos retornos superiores. Isso nos permite direcionar mais recursos para os investimentos e atingir resultados consistentes para nossos participantes", explica o Diretor de Investimentos da Vivest, Paulo Werneck.
O documento também revelou que, no primeiro trimestre de 2024, os ativos totais das entidades fechadas somaram R$ 1,28 trilhão, o que representa 12% do Produto Interno Bruto (PIB) nacional. Esse crescimento reforça a relevância dessas entidades no cenário econômico brasileiro.
Além de monitorar a evolução das entidades e seus planos de benefícios, o relatório apresenta um suplemento especial com uma análise da previdência complementar sob o aspecto social dos critérios ASG (ambiental, social e governança), destacando o compromisso do setor com práticas responsáveis. Clique aqui para conferir o relatório na íntegra.
Saiba a importância da prevenção do câncer de cólon e reto
Obter um diagnóstico precoce de câncer é essencial para iniciar rapidamente o tratamento, aumentando as chances de sucesso e recuperação. Embora a realização de exames não previna o surgimento de câncer, pode identificar um tumor em uma fase tão inicial que pode ser considerada uma medida preventiva, reduzindo chances de complicações e de óbito pela doença.
Felizmente, existem cada vez mais estratégias de prevenção disponíveis, entre elas mamografia, o PSA, o Papanicolau e a colonoscopia, que cobrem a identificação dos tumores mais frequentes. A melhor forma de garantir o diagnóstico na fase inicial é investir nesses exames preventivos e de rastreamento.
Rastreio clínico do câncer colorretal – O adenocarcinoma é um tumor maligno (câncer) que pode acometer vários segmentos do trato digestivo, incluindo o intestino grosso (cólon). O câncer de cólon e reto é o terceiro mais comum entre homens e mulheres no Brasil. O câncer de cólon tem desenvolvimento lento e pode ser rastreado – ou seja, descoberto precocemente – através de colonoscopias periódicas. Geralmente, não apresenta sintomas em seus estágios iniciais, mas, conforme progride, pode causar sangramentos e obstruções intestinais.
A prevenção do câncer de cólon está associada a uma alimentação saudável e a bons hábitos regulares. Quando diagnosticado precocemente, esse tipo de tumor apresenta 90% de chance de cura.
População: Homens e mulheres de 45 a 75 anos. Após os 75 anos, a decisão deve ser individualizada, considerando uma expectativa de vida de 10 anos ou mais.
Exame: Colonoscopia a cada 10 anos. Pesquisa de sangue oculto nas fezes a cada 1-3 anos (se positivo, realizar colonoscopia).
Complemento da avaliação: Além do exame, o acompanhamento médico é essencial para a prevenção e identificação de achados anormais.
Fonte: Vivest, em 22.08.2024.