
Os professores desempenham um papel fundamental na formação das futuras gerações, e um tema que merece destaque é a educação financeira. Uma pesquisa realizada em 2022 pelo Instituto XP, em parceria com a Associação Nova Escola, revelou que 74% dos professores defendem a inclusão dessa temática no ambiente escolar.
Essa crescente conscientização reflete uma necessidade urgente: preparar os alunos para um mundo onde a gestão financeira é essencial para o sucesso pessoal e profissional.
Mas como estamos em relação ao resto do mundo?
Comparativamente, o Brasil ainda está alguns passos atrás. Nações como Japão e Canadá já implementam programas de educação financeira nas escolas há anos. Eles entendem que preparar as crianças para lidar com dinheiro é tão essencial quanto ensinar ciências ou línguas.
Implementação
Em 2020, a Lei 14.181 incluiu a Educação Financeira e Fiscal na Base Nacional Comum Curricular (BNCC). No entanto, implementar essas matérias nas escolas envolve uma série de desafios, como a formação de professores e a oferta de material didático adequado.
Portanto, sim, a educação financeira deve ser uma matéria básica da grade curricular. Ela vai muito além do simples ato de ensinar a economizar. Envolve o aprendizado sobre planejamento, investimento e o uso inteligente do dinheiro, capacitando os alunos a tomar decisões financeiras informadas ao longo de suas vidas.
A todos os professores, nossos parabéns por seu dia!
Erros que os jovens cometem com o dinheiro

Ah, o dinheiro…
O trabalhador dedica horas a fio para ganhá-lo, mas, muitas vezes, nem sabe para onde ele vai. Isso é especialmente comum entre os jovens. Veja aqui alguns dos erros mais frequentes:
Falta de objetivos
Sem um propósito claro, é fácil se perder em gastos desnecessários. Estabelecer metas financeiras ajuda a direcionar os recursos de maneira mais eficiente e a manter a motivação.
Não ter um planejamento
A ausência de um planejamento pode resultar em descontrole e endividamento. Criar um orçamento e acompanhar despesas é essencial para manter a saúde do bolso.
Dificuldade em dizer “não”
É complicado recusar pedidos de empréstimo de parentes, sugestões dos vendedores nas lojas ou convites para sair com amigos. Essa dificuldade em dizer “não” pode levar a gastos excessivos e a um desvio dos objetivos financeiros.
Imediatismo
Os jovens costumam priorizar o presente em detrimento do futuro. Essa visão de curto prazo pode atrasar ou até impedir o sucesso financeiro. Planejamento a longo prazo é fundamental para construir um futuro seguro.
Reconhecer e evitar esses erros pode ajudar a construir uma base financeira sólida e garantir um futuro mais tranquilo.
Fique ligado(a)!
Cheque: por que ele ainda é utilizado?

Em um mundo cada vez mais dominado por cartões de crédito, débito e aplicativos de pagamento, o cheque parece ser uma relíquia do passado. Para se ter uma ideia, o total registrado em 2023 representa apenas 5% dos 3,3 bilhões de cheques compensados em 1995, o primeiro ano da série histórica da pesquisa da Febraban.
Mas por que, então, o cheque continua a ser utilizado? Aqui estão algumas questões que explicam essa persistência:
Familiaridade
Para muitos, esse é um meio de pagamento familiar e confiável. A sensação de ter um documento físico, que pode ser preenchido e assinado, traz segurança a quem faz a transação.
Operações de alto valor
Enquanto cartões de crédito e pagamentos eletrônicos são ideais para compras do dia a dia, os cheques ainda são preferidos em transações de maior valor. Muitas vezes, operações comerciais ou acordos financeiros substanciais são realizados por esta ordem de pagamento.
Preferência de fornecedores
Algumas empresas e fornecedores ainda preferem depósitos de cheques como forma de pagamento para transações comerciais.
Saiba que, embora o seu uso esteja em declínio a cada ano, eles continuam sendo aceitos e disponibilizados por bancos tradicionais.
Fonte: Viva Previdência, em 16.10.2024.