


Empréstimo: última semana com carência de até 4 meses
Aproveite a condições atuais: taxas de juros podem subir.
Dia 2 de fevereiro é o último dia para os participantes do Plano SEBRAEPREV (ativos e assistidos, conforme regras do regulamento) solicitarem empréstimo com carência de até 4 meses para iniciar o pagamento das parcelas. Mas essa não é a única vantagem a ser observada. As taxas de juros do Sebrae Previdência seguem baixas, mas o cenário econômico atual aponta para possíveis aumentos, por isso, a hora é agora: a taxa de juros da modalidade pré-fixada será de 1,23% a.m, 69,35% menor em comparação aos vinte bancos/seguradoras com as menores taxas (2,08%). Na pós-fixada, a taxa de juros é de 0,68% + IPCA.
Os juros do cartão de crédito rotativo, por exemplo, fecharam em 409%, em 2022, o maior nível desde agosto de 2017. Dentro do consignado, as taxas variam entre os grupos de profissionais, com a menor delas cobrada aos servidores públicos (24,5% ao ano). Para os beneficiários do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) e trabalhadores do setor privado, as cobranças figuram em, respectivamente, 27,1% ao ano e 39,2% ao ano*.
*Fonte: Portal R7
Sebrae Previdência é o grande destaque em desempenho em 2022, conforme estudo de consultoria
O desempenho do Sebrae Previdência foi destaque em 2022, conforme estudo comparativo realizado pela consultoria Aditus que comparou fundos de previdência fechados e abertos. Considerando a carteira consolidada, o retorno real (acima da inflação) ficou em 5,54%, com retorno nominal de 11,65%, no ano. Já o resultado médio dos fundos de previdência aberta ficou em 7,73% e os fundos de previdência fechado o resultado ficou em 8,53%. No perfil Conservador do Sebrae Previdência, o resultado bruto foi de 13,66%, correspondente a um retorno real (acima da inflação) de 7,43%. Com esse resultado o Sebrae Previdência superou também os principais indicadores de mercado: S&P500 (bolsa americana), IBOVESPA (bolsa brasileira), IPCA (inflação), IGP-M, IFIX, IMAB, IRFM. O resultado também mostra que esse bom resultado foi obtido com nível de risco abaixo da média.
O ano de 2022 foi bastante desafiador para os investidores, no Brasil e no exterior. Com os impactos subsequentes da pandemia de Covid-19 e da guerra ucraniana, toda a economia global sentiu as consequências dos acontecimentos ao longo do ano. No geral, esses desafios contribuíram para um cenário de desaceleração. Até países mais desenvolvidos foram afetados — Estados Unidos e países da Zona do Euro sofreram fortemente com a pressão dos preços de commodities e, consequentemente, pela pressão inflacionária.
Contudo, nada assustou mais os mercados financeiros globais do que os índices de inflação ao redor do planeta. Nos Estados Unidos, por exemplo, a inflação atingiu o patamar recorde em 40 anos, quando chegou a 9,1% acumulados em 12 meses, em junho. A Europa e o Brasil, além de outros mercados, sofreram com efeitos semelhantes.
Quando ocorre um aumento no nível de inflação, é comum que as entidades monetárias dos países tomem medidas para conter o avanço dos preços. No caso do Brasil, a principal estratégia adotada pelo Banco Central (Bacen) é o aumento da taxa Selic. Nos demais países esse movimento foi semelhante.
O patamar da Selic alcançado em 2022 foi o maior desde novembro de 2016. Com isso, o CDI acumulado no ano passado foi de 12.39%. Nos EUA, após cinco aumentos consecutivos na taxa de juros americana, a taxa básica de juros desse país encerrou em 4,5% a.a.
Fonte: Sebrae Previdência, em 30.01.2023.