
A mais recente Pesquisa Anual da Sabesprev revelou um alto nível de satisfação dos participantes em relação aos diversos aspectos analisados, consolidando um índice de satisfação de 87%. Esse resultado reforça o compromisso da Sabesprev em oferecer serviços de excelência e impulsionar melhorias contínuas.
O levantamento foi conduzido de 04/02/2024 a 14/02/2024, por meio de ligações telefônicas com participantes ativos, autopatrocinados, BPD’s e assistidos. A metodologia foi mantida para garantir um acompanhamento da evolução dos itens avaliados.
A empresa Global 3 Pesquisas foi responsável por toda coleta e análise das respostas, garantindo um processo isento e confiável.
A pesquisa avaliou a satisfação em cinco categorias essenciais: Geral, Planos Previdenciários, Empréstimos, Atendimento e Comunicação.
RESULTADOS
A satisfação com a Sabesprev atingiu seu segundo maior patamar histórico: 87,04%.

Além disso, os índices permanecem elevados nas principais áreas analisadas:
SATISFAÇÃO NOS PRINCIPAIS ÍNDICES (SOMA DAS RESPOSTAS ÓTIMO E BOM)

O compromisso com a melhoria contínua
A Sabesprev valoriza cada opinião recebida e está constantemente aprimorando seus serviços para atender melhor os participantes.
Esses resultados são reflexo de um trabalho dedicado e de uma escuta ativa para entender e atender às necessidades de cada um.
Quer saber mais? Confira o Relatório Completo da Pesquisa clicando aqui.
Resultado dos Investimentos de Fevereiro

Impactos da volatilidade global e perspectivas econômicas
O mês de fevereiro foi marcado pela antecipação das discussões sobre os possíveis cenários das eleições de 2026. No âmbito econômico, os indicadores de atividade sugeriram um desaquecimento no ritmo de crescimento do país, aumentando as expectativas de que o Banco Central adote um ciclo de aperto monetário ser menos rigoroso.
No cenário internacional, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, continua avançando com sua agenda de imposição de tarifas comerciais, ampliando a incerteza sobre as perspectivas da economia americana. Além disso, os indicadores de atividade começaram a dar sinais de desaceleração.
Nos Estados Unidos, o mercado financeiro apresentou um cenário de volatilidade e incertezas, influenciado por diversos fatores econômicos e políticos. A criação de vagas de trabalho desacelerou além do esperado, aumentando a cautela dos investidores, que acompanharam de perto os dados de inflação em busca de sinais sobre possíveis ajustes na política monetária do Federal Reserve (FED). As expectativas em relação a possíveis aumentos ou cortes nas taxas de juros continuaram a influenciar o comportamento do mercado. As decisões do governo em relação a tarifas de importação, especialmente sobre aço e alumínio, geraram instabilidade e impactaram as negociações de forma relevante.
Na Europa, o mercado financeiro enfrentou um período desafiador, marcado por equilíbrio delicado entre riscos e oportunidades. A inflação na zona do euro mostrou sinais de desaceleração, mas permaneceu acima da meta do Banco Central Europeu (BCE), que manteve uma postura cautelosa em relação às taxas de juros, buscando equilibrar o controle da inflação com o suporte ao crescimento econômico.
Apesar disso, o crescimento econômico apresentou sinais de retração, com desafios estruturais afetando diversas nações. A Alemanha e a França, duas das principais economias europeias recuaram. Além disso as tensões geopolíticas na Europa Oriental e em outras partes do mundo continuaram a gerar incertezas e impactar os mercados com uma possível guerra comercial com os EUA. As decisões fiscais dos governos europeus e as políticas de estímulo econômico tiveram um impacto significativo nos mercados financeiros locais
Na China, o governo continuou a implementar medidas de estímulo para sustentar o crescimento econômico, com foco no aumento da demanda interna e na modernização de setores estratégicos. O governo intensificou os esforços para atrair investimento estrangeiro, simplificando regras e promovendo a iniciativa "Investir na China". Houve um foco crescente em setores de alta tecnologia, como inteligência artificial (IA), com empresas como a Tencent aumentando investimentos.
No Brasil, o mercado financeiro manteve um cenário de cautela e atenção às dinâmicas internas e externas. A projeção do mercado para a inflação em 2025 ficou em 5,68%, exigindo atenção do Banco Central para manter a estabilidade de preços.
No mês, os principais indicadores de inflação medidos pelo IBGE, o IPCA e o INPC, avançaram 1,31% e 1,48%, respectivamente, registrando maior alta para o mês de fevereiro dos últimos 22 anos.
As projeções do mercado para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) ficaram em torno de 2,06%, refletindo um ritmo moderado de expansão econômica, enquanto o Ministério da Fazenda estima crescimento de 2,3% do PIB em 2025.
A condução da política fiscal e o cumprimento do arcabouço fiscal continuaram a ser fatores cruciais para a confiança dos investidores, assim como a dinâmica da economia global, incluindo as decisões dos bancos centrais de outros países e as tensões geopolíticas, também impactaram o mercado brasileiro.
No mês, o Ibovespa registrou uma desvalorização de 2,64%, enquanto o CDI apresentou uma valorização de 0,99%, a poupança avançou 0,63% e a meta atuarial teve um ganho de 1,89%.
PRINCIPAIS INDICADORES ECONÔMICOS (ACUMULADOS AO ANO)

Em fevereiro, o Plano de Benefícios Básico (BD) registrou uma valorização de 1,15%, enquanto o Plano SABESPREV MAIS avançou 0,56% e o Plano de Reforço teve um crescimento de 0,52%.
DISTRIBUIÇÃO DO PATRIMÔNIO (EM R$ MILHÕES)

A Sabesprev continua trabalhando para melhorar a diversificação e a rentabilidade das carteiras de investimentos, sempre atenta às dinâmicas do mercado e aos indicadores econômicos.
HISTÓRICO DE RESULTADOS

ATRIBUIÇÃO DE PERFORMANCE
Em fevereiro, as estratégias de investimento da Sabesprev apresentaram rentabilidades mistas no resultado consolidado. As principais contribuições positivas vieram do segmento de Renda Fixa, com valorização de 1,07%; do segmento Imobiliário, com alta de 0,73%; do segmento de Investimentos Estruturados, que avançou 0,68%; e dos Empréstimos a Participantes, também com valorização de 1,07%.
Por outro lado, o segmento de Renda Variável foi o principal detrator de performance, registrando uma desvalorização de 1,95%. Apesar do desempenho negativo, essa classe de ativos superou os principais índices de referência do mercado, como o Ibovespa (-2,64%) e o IBrX-100 (-2,7%).
EVOLUÇÃO DOS ÚLTIMOS ANOS

PROJEÇÕES DE RENTABILIDADE
2025 traz desafios em meio a cenários de inflação em alta, atividades de vários países em queda, refletindo-se em decisões de juros em alta. Nos EUA, as recentes leituras da inflação, potencializadas pelo discurso do novo presidente eleito, Donald Trump, demonstram uma tendência de maior pressão inflacionária, fazendo com que isso tenha impacto na manutenção das taxas de juros para próximas decisões da política monetária americana.
No Brasil, o desconforto em torno da política fiscal e dados resilientes da inflação, geram uma tendência de elevação da taxa de juros, já sinalizado pelo Banco Central brasileiro para os próximos meses. As premissas centrais do cenário interno permanecem, porém, a deterioração das perspectivas para os juros no Brasil e os desdobramentos dos indicadores econômicos, sugerem um movimento gradual da nossa carteira de investimentos no sentido de uma diminuição de exposição ao risco e alocação em posições mais conservadoras indexadas a taxa Selic.
Seguiremos monitorando atentamente esses desenvolvimentos, reforçando que as carteiras de investimentos da Sabesprev continuarão posicionadas, em certa medida, para capturar retornos sobre um movimento de atenuação de curvas de juros futuras.
Fonte: Sabesprev, em 28.03.2025.