
A 16ª edição da Conferência Mundial de Bioética, Ética Médica e Direito da Saúde, um evento que promete ser um marco na discussão e troca de conhecimentos na área, acontece nos dias 24, 25 e 26 de julho, na sede do Conselho Federal de Medicina (CFM), em Brasília (DF), com a participação de renomados profissionais e acadêmicos que terão a oportunidade de realizar apresentações orais de seus trabalhos científicos e acadêmicos.
“Os variados temas abordados pelos trabalhos científicos inscritos permitem uma rica troca de conhecimentos e experiências, fomentando discussões que podem influenciar diretamente as práticas e políticas de saúde globalmente. A diversidade dos participantes e a amplitude das temáticas garantem que a conferência será um espaço de aprendizado e inovação, promovendo um ambiente colaborativo e inclusivo para todos os envolvidos”, pontua o professor Rui Nunes, presidente da Cátedra Internacional em Bioética e da 16ª Conferência.
Trabalhos científicos – A Comissão Organizadora selecionou 298 trabalhos científicos para participar das sessões, que aconteceu sempre à tarde, nos três dias, garantindo uma plataforma rica para debates e intercâmbio de ideias. Eles foram divididos em temáticas específicas, facilitando uma organização coerente e fluida.
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As apresentações serão realizadas em inglês, assegurando comunicação eficaz e inclusiva entre os participantes internacionais. No escopo das sessões, há uma vasta gama de tópicos, refletindo a diversidade e a profundidade das questões éticas na saúde.
No primeiro dia, serão apresentados mais de 50 trabalhos com temas que incluem: Educação em Bioética, Consentimento Informado, Ética dos Cuidados Paliativos, Ética em Saúde, Ética da Saúde Pública, Autonomia, Genética: Aspectos Éticos, Ética da Reprodução, Ética do Fim da Vida e Direito e Ética.
Participantes e diversidade – Os autores dos trabalhos vêm de diferentes partes do mundo, com predominância de pesquisadores de Portugal, EUA, Brasil, Argentina e Japão. Entre os participantes, destacam-se profissionais da saúde e advogados, refletindo a interdisciplinaridade que é característica essencial das discussões sobre ética, bioética e legislação em saúde.
Segundo o presidente do Conselho Federal de Medicina, José Hiran Gallo, a 16ª Conferência Mundial de Bioética representa uma oportunidade única para explorar as complexidades éticas que envolvem a saúde, proporcionando um fórum de discussão vital para o avanço da bioética em nível internacional.
Conferência mundial – O maior encontro internacional sobre bioética e direito da saúde acontecerá na sede do Conselho Federal de Medicina (CFM), em Brasília, nesta quarta, quinta e sexta-feira (24, 25 e 26 de julho). Essa é a primeira vez que a atividade acontece no continente americano.
O encontro terá a participação de 500 inscritos, entre eles, médicos, advogados, psicólogos, professores, investigadores e juízes, do Brasil e de Portugal, Alemanha, Argentina, Austrália, Bangladesh, Bulgária, Chile, Emirados Árabes Unidos, Eslovénia, Estados Unidos, Índia, Irlanda, Itália, Reino Unido, Filipinas, Bélgica, Colômbia, Bósnia e Herzegovina, Japão, Israel, Espanha e Roménia. Entre os palestrantes, 90 são brasileiros e outros 121 vindos do exterior.
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Brasília recebe palestrantes de 23 países em encontro que a tornou a capital mundial da bioética

Pela primeira vez no continente americano, a Conferência Mundial de Bioética, Ética Médica e Direito da Saúde, que começa nesta quarta-feira (24), às 10h, na sede do Conselho Federal de Medicina (CFM), em Brasília (DF), contará com 211 palestrantes de 23 países e quase 500 pessoas inscritas para participar. O encontro, que chega à sua 16ª edição e se encerra na sexta-feira (26), oferecerá aos participantes uma plataforma internacional para debates científicos qualificados sobre mais de 70 tópicos e subtópicos em diferentes áreas.
Entre as autoridades confirmadas na solenidade de abertura, estão o vice-presidente da República, Geraldo Alckmin; o governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha; o presidente da Catedra Internacional de Biotécnica da Unesco, professor Rui Nunes; o secretário-geral da Associação Médica Mundial, Otmar Kloiber; a presidente da Associação Médica Mundial, Lujain Al-Qodmani; e o diretor da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas), Jarbas Barbosa. Também estarão presentes: o presidente da Frente Parlamentar da Medicina (FPMed), senador Hiran Gonçalves; e o presidente do CFM, José Hiran Gallo.
Expositores – Entre os palestrantes, cerca de 90 são brasileiros. Os outros 121 expositores são oriundos de Portugal, Estados Unidos, Argentina, Bangladesh, Índia, Emirados Árabes Unidos, Bulgária, Alemanha, Irlanda, Austrália, Itália, Eslovénia, Chile, Reino Unido, Filipinas, Bélgica, Colômbia, Bósnia e Herzegovina, Japão, Israel, Espanha e Romênia. Todos já começaram a desembarcar na capital federal.
Entre os quase 500 inscritos, cerca de 10% estão vindo do exterior. Pelas informações do cadastro de organizadores, o público será composto, majoritariamente, por médicos e advogados. Na plateia, também estarão psicólogos, professores, investigadores, juízes e veterinários, entre outras categorias profissionais.
Fortalecimento – De acordo com Rui Nunes, que também é diretor do Programa Doutoral em Bioética da Universidade do Porto (UP), a realização da 16º Conferência Mundial de Bioética, Ética Médica e Direito da Saúde no Brasil será um sucesso. Segundo ele, é uma iniciativa que atende a intenção de estimular o fortalecimento dessas abordagens em outros continentes, além da Europa. “Vamos tornar Brasília a capital mundial da bioética”, disse.
O professor não esconde as expectativas para a conferência. Segundo ele, houve uma enorme mobilização, e um elevado nível de profissionalismo na equipe organizadora do evento, proveniente do CFM e liderada pelo presidente José Hiran Gallo. “Esta não é apenas mais uma edição, mas um evento marcante, com concessões para projetos científicos. Os organizadores se preocuparam com a justiça global e com os diferentes povos, utilizando inglês, português e espanhol com uma sensibilidade regional para que o debate ético e as contribuições sejam mais abrangentes”, explicou.
CFM denuncia à PF tentativa de confundir médicos com uso de sua identidade visual e esclarece atuação no pleito

O Conselho Federal de Medicina (CFM) divulgou nesta terça-feira (23) nota aos médicos e à população na qual informa que acionou a Polícia Federal nesta terça-feira (23) após circularem em redes sociais e grupos de discussão postagens de peças gráficas em redes sociais que imitam a identidade visual utilizada pelo CFM. Também foi denunciado o encaminhamento de mensagens atribuídas à Autarquia.
CONFIRA O DOCUMENTO NA ÍNTEGRA
Essas duas situações foram reportadas pelo CFM à Polícia Federal. “A partir dos relatos de abordagem inadequada de médicos e de uso indevido de sua logomarca ou identidade visual por terceiros, sem prévia autorização, o CFM informa que já denunciou o caso à PF para investigação e punição dos responsáveis”, diz a nota.
No texto, a autarquia explica que produz e divulga conteúdo apenas com o intuito de orientar os médicos sobre a realização do pleito e de como participar. O CFM ressalta que não envia manifestações de apoio a candidatos ou chapas, assim como que usa as informações dos médicos que estão sob sua guarda em obediências aos critérios da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).
Segundo a Autarquia, sua atuação no processo das Eleições CFM 2024 tem sido conduzida em favor da transparência e estímulo à adesão da categoria médica ao pleito para escolha dos conselheiros que assumirão o comando da autarquia na Gestão 2024-2029. O pleito acontece nos dias 6 e 7 de agosto, em formato online.
Notícias Portal CFM, em 24.07.2024