Na conferência “O futuro da prática pediátrica: desafios e oportunidades”, no V Fórum Virtual de Pediatria do CFM, o professor titular de pediatria da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) Jefferson Piva alertou que problemas relacionados à saúde mentais estão cada vez mais presentes entre as crianças e que os pediatras devem se preparar para lidar com essa nova realidade. “Estamos no meio de uma epidemia, sem sinal de estabilização”, afirmou.
O evento foi transmitido pelo YouTube e pode ser assistido AQUI.
Além desse fator, ele explicou que houve uma mudança no perfil das internações de crianças em hospitais. “Se antes tínhamos internações rápidas, hoje metade dos nossos pacientes internados têm condições complexas ou de dependência tecnológica, que demandam mais tempo de internação”, explicou. “Apesar disso, os leitos pediátricos têm diminuído”, observou.
Piva argumentou que se no início do século XX, os conhecimentos em medicina demoravam 50 anos para se duplicar, hoje esse tempo é de dois anos. “O médico já sai da residência médica desatualizado”, argumentou. Na pediatria, os desafios atuais estão relacionados às mortes perinatais, gravidez na adolescência, neoplasias, doenças genéticas, saúde mental, doenças crônicas, causas externas e infecções. “Doenças que muitas vezes exigem internações longas”, refletiu.
Para se adaptar a esta nova realidade, o pediatra deve aprender novas habilidades, como a liderança de equipe, e usar a medicina de precisão. “Até o século passado, era cobrado do médico uma escuta ativa, depois veio a medicina baseada em evidência e agora temos de fazer um atendimento cada vez mais individualizado, com base em dados fornecidos pelo paciente”, explicou.
A conferência “O futuro da prática pediátrica: desafios e oportunidades” foi presidida pelo membro da Câmara Técnica de Pediatria do CFM Umberto Marinho de Lima Júnior e secretariada pelo também membro da Câmara Técnica de Pediatria Alberto Cubel Brull Junior.
Presidente da SBP defende a atuação de pediatras nos programas de saúde da família
As ações da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) para melhorar o acesso da população aos serviços pediátricos foram apresentadas na conferência “Política de saúde da criança e adolescentes: as famílias em pauta”, apresentada pelo presidente da SBP, Edson Liberal, na conferência “Política de Saúde da Criança e Adolescentes: as famílias em pauta”, que foi a primeira atividade no horário da tarde do V Fórum Virtual de Pediatria do Conselho Federal de Medicina (CFM).
O Fórum foi transmitido pelo YouTube e a conferência pode ser assistida AQUI.
Em sua fala, Edson Liberal apresentou dados do Ministério da Saúde sobre as principais causas de morbidade de crianças e adolescentes brasileiras entre 2014 e 2024, período quando foram registradas 24 milhões de internações nessa faixa etária. As principais causas de internação foram as doenças do aparelho respiratório (19%), atendimentos relacionados ao parto e puerpério (18%), afecções relacionadas ao período perinatal (11%), doenças infecciosas e parasitárias (10%) e causas externas (9%).
Dentro desse contexto, o pediatra assume um papel crucial, mas nem todas crianças brasileiras têm acesso a um especialista. “A que tem um plano de saúde será atendida por um pediatra, mas a que depende do Sistema Único de Saúde (SUS), muitas vezes não tem acesso nem a médicos”, comentou Edson Liberal. “E não é por falta de pediatras, pois temos 48 mil especialistas no Brasil”, complementou.
Para melhorar o acesso das crianças brasileiras, a SBP propôs ao governo brasileiro a inserção do pediatra nos programas de Estratégia de Saúde da Família (ESF), com a contratação de 2 a 3 mil pediatras (1 para cada 4 equipes de ESF) nos programas Médicos pelo Brasil e Mais Médicos, com 50% da carga horária dedicada à primeira infância. “Não há um argumento lógico que deixe o pediatra, com uma formação de três anos de residência, fora dos programas de Atenção Primária”, argumentou Edson Liberal.
Edson Liberal também apresentou vários produtos da SBP voltados para as famílias, reunidos na aba Pediatria para Famílias, no site da SBP. Também pediu o apoio do Projeto de Lei 2628/22, que trata da proteção de crianças e adolescentes em ambientes digitais.
A conferência “Política de saúde da criança e adolescentes: as famílias em pauta” foi presidida pelo membro da Câmara Técnica de Pediatria do CFM Sidnei Ferreira e secretariada pela também membro da Câmara Técnica de Pediatria do CFM Edilma de Albuquerque Lins Barbosa.
Participantes de mesa redonda defendem a presença do pediatra na Atenção Primária
Por que os pediatras não fazem parte das equipes de Estratégia de Saúde da Família (ESF)? A resposta deve ser dada pelos governos, mas as consequências dessa ausência são sentidas pelas crianças brasileiras, como foi mostrado na mesa redonda “Integração do pediatra na atenção primária à saúde”, última atividade do V Fórum Virtual de Pediatria do CFM, realizado no dia 15 de agosto.
O V Fórum Virtual de Pediatria do CFM foi transmitido pelo canal do CFM no YouTube e a mesa redonda pode ser assistido AQUI.
Em sua apresentação, o pediatra intensivista e conselheiro do Conselho Regional de Medicina de Minas Gerais (CRM-MG), Fábio Guerra, argumentou que, não por acaso, o afastamento do pediatra da atenção primária coincidiu com uma queda na cobertura vacinal, com um aumento de obesidade na adolescência e a diagnósticos tardios de algumas doenças.
“Quando defendemos que o pediatra faça parte das equipes de Saúde da Família é para somarmos com as outras especialidades. Não é para substituir. Mas é preciso que as autoridades governamentais entendam que as crianças e adolescentes precisam de cuidados especializados. Fazemos três anos de residência em pediatria justamente para atendermos bem esta faixa etária”, argumentou Fábio Guerra.
O diretor de ensino do Hospital Pediátrico Pequeno Príncipe, em Curitiba, Donizetti Dimer Giamberardino, contou como, em 2000, ele, como dirigente da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), denunciou a falta de pediatras nos projetos que dariam origem ao programa de Estratégia de Saúde da Família (ESF). “Infelizmente, não conseguimos mudar a situação”, lamentou.
Ele observou que o governo argumenta que o pediatra não faz parte das equipes de ESF porque é uma especialidade, “mas agora, fomos excluídos do Mais Especialistas”, argumentou. Outra questão apontada por ele é que os municípios não recebem ajuda do governo federal para contratarem pediatras. “Mas financia a contratação de outros profissionais para trabalharem na atenção primária”, constatou.
Durante a realização do debate, os participantes foram unânimes em afirmar que é inequívoca a necessidade de que o pediatra faça parte da equipe de ESF e de que sejam oferecidos contratos com vínculo empregatício, não-precarizado. “Temos pediatras, mas é preciso que sejam dadas condições de trabalho para que eles façam o seu melhor para as crianças brasileiras”, argumentou Donizetti Giamberardino.
Ao final da mesa redonda, o coordenador da Câmara Técnica de Pediatria do CFM, conselheiro federal Eduardo Jorge, elogiou a qualidade das palestras e adiantou que deverá ser realizado outro Fórum em maio do próximo ano. “Debatemos aqui questões muito complexas, mas sempre numa perspectiva propositiva. Tenho certeza que todos saímos renovados e dispostos a lutar por uma pediatria de qualidade”, afirmou.
A mesa redonda foi presidida pelo membro da Câmara Técnica de Pediatria do CFM Fernando de Velasco Lino e secretariada pela também membro da Câmara Técnica de Pediatria do CFM Marise Pereira da Silva.
Evento do CFM debate a promoção da saúde infantil e acesso a cuidados: desafios e caminhos
O futuro da pediatria passa pela capacidade de garantir que toda criança, independentemente de onde nasça, tenha acesso a cuidados qualificados e humanizados. Esse foi o espírito da mesa redonda “Promoção da Saúde Infantil e acesso a cuidados”, realizada na tarde do dia 15 de agosto, durante o V Fórum Virtual de Pediatria do Conselho Federal de Medicina (CFM). O encontro reuniu especialistas que trouxeram experiências e dados contundentes sobre realidades diversas, mas igualmente urgentes, para a saúde infantil no Brasil.
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A moderação ficou a cargo da conselheira federal Ana Jovina Barreto Bispo, com secretaria de Margareth Martins Portella, ambas integrantes da Câmara Técnica de Pediatria do CFM.
Saúde indígena – a pediatra Lucia Helena Guimarães Rodrigues, professora da Faculdade Pernambucana de Saúde e da Universidade de Pernambuco, apresentou um panorama da saúde infantil entre povos indígenas, revelando desigualdades alarmantes. “O número de crianças indígenas que morrem antes dos cinco anos é até três vezes maior que entre não indígenas – e, na maioria dos casos, por doenças evitáveis”, alertou. Ela destacou que barreiras geográficas, alta rotatividade de profissionais e diferenças culturais comprometem o vínculo e a eficácia da assistência. “Se a gente não entende o porquê, se não dialoga, não há como fazer a assistência”, reforçou.
Comunidades vulneráveis – Marynea Silva do Vale, pediatra neonatologista e conselheira do CRM-MA, abordou a importância de um início de vida seguro e saudável como base para o desenvolvimento humano. Falou sobre o Programa de Reanimação Neonatal da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP). “O nascimento seguro é o coração do capital humano e do progresso econômico de um país. Em um minuto, tudo pode mudar na vida de um bebê – e esse minuto pode salvar ou perder uma vida”, afirmou. Ela destacou que capacitar fortalece a rede de cuidado e reduz mortes evitáveis.
Leitos pediátricos – Bruno Leandro de Souza, conselheiro federal pelo estado da Paraíba, apresentou um diagnóstico preocupante: o Brasil perdeu cerca de 18,3 mil leitos pediátricos entre 2005 e 2022, uma redução de 25,6%. “Garantir acesso é garantir vida – e a vida de uma criança não pode entrar na fila”, afirmou. Ele defendeu melhorias na gestão, redistribuição de recursos e fixação de pediatras, ressaltando que não basta ter estrutura física: é preciso equipe qualificada e permanente.
Reflexão e compromisso – Os relatos e dados apresentados reforçam a urgência de políticas integradas, investimentos consistentes e valorização dos profissionais. Como destacou o coordenador da Câmara Técnica de Pediatria do CFM e organizador deste evento, Eduardo Jorge, o fórum é um espaço para “debater as questões mais urgentes da nossa especialidade” e buscar soluções que garantam a saúde integral das crianças brasileiras – hoje e no futuro.
Médicos do trabalho são responsáveis por 56 milhões de brasileiros

Durante a abertura do XI Fórum de Medicina do Trabalho realizado pelo Conselho Federal de Medicina (CFM) em Brasília, nesta sexta-feira (15), o presidente da Autarquia, José Hiran Gallo, e a 2ª vice-presidente, Rosylane Rocha, destacaram a importância da especialidade para a saúde dos brasileiros e, em especial, para os mais de 56 milhões que atuam no mercado de trabalho formal.
O presidente da Associação Nacional de Medicina do Trabalho (ANAMT), Francisco Cortes Fernandes, chamou a atenção para o crescimento do número de especialistas na área nos últimos anos. De 2011 a 2025, a quantidade de médicos do trabalho dobrou e chega hoje a 20 mil profissionais.
“A medicina do trabalho é a oitava maior em número de especialistas. Se fizermos uma conta simples, num País em que há 56 milhões de trabalhadores formais para 20 mil médicos do trabalho, veremos que cada um deles realiza 11 exames médicos por dia no Brasil. Se considerarmos que, entre abril de 2023 e março de 2024, foram registrados 24 milhões de admissões e 22 milhões de desligamentos, são 8 exames por dia realizados por cada médico do trabalho. O mercado é muito positivo na nossa área”, observou Fernandes.
Exigência de RQE – Ele reforçou a importância do Registro de Qualificação de Especialista (RQE) para a atuação na área e criticou parte dos 68 cursos de pós-graduação em medicina do trabalho existentes atualmente no País – sendo oito presenciais, 56 à distância e quatro semipresenciais – por oferecerem cargas horárias reduzidas. “O médico do trabalho faz a especialização, um curso de aperfeiçoamento, faz anos de atuação e realiza a prova de título. Não é justo que nos igualemos a uma formação que deixa a desejar”, criticou o presidente da ANAMT.

O presidente do CFM, por sua vez, destacou que o médico do trabalho não deve ser lembrado apenas nas fases de admissão e demissão de funcionários. Segundo ele, a medicina do trabalho é uma importante aliada para preservar a saúde do brasileiro por sua capacitação e preparo, com condições de liderar uma cruzada pela prevenção de agravos e transtornos que afetam a saúde do trabalhador dentro de instituições do governo e privadas.
Papel do médico – “Lesões por esforço repetitivo, dores lombares, doenças crônicas e, sobretudo, transtornos mentais e comportamentais lideram a lista de causas de pedidos de aposentadoria ou de afastamento temporário. Se o médico do trabalho contar com o suporte necessário para exercer seu papel, esse quadro será bem diferente”, lembrou.
Coordenadora do evento, Rosylane Rocha reforçou ainda que os debates sobre o uso da Inteligência Artificial na medicina e a prevenção ao Burnout e ao suicídio se tornaram comuns. Contudo, de acordo com a conselheira, chama a atenção que, muitas vezes, projeta-se o que virá sem fazer uma reflexão mais profunda. “Entendo que para saber como as inovações da ciência e da tecnologia e desafios dos males do mundo contemporâneo vão realmente impactar nossa profissão é preciso ter um olhar mais amplo”, declarou.
Evento destaca que “Residência Médica de qualidade não se cria por decreto”
Entre consultas, plantões e provas, a vida do médico residente pode ser intensa – e, no caso da Pediatria, cheia de questões que vão muito além da formação técnica. Esse foi o foco da conferência “Os desafios atuais da residência médica em pediatria”, apresentada pelo conselheiro federal e pediatra Eduardo Jorge da Fonsêca Lima, no V Fórum Virtual de Pediatria do Conselho Federal de Medicina (CFM), realizado nesta sexta-feira (15).
Eduardo Jorge trouxe à tona números, comparações internacionais e, principalmente, reflexões sobre o que significa formar um pediatra no Brasil de hoje. Para ele, mais do que dominar conhecimentos técnicos, o residente precisa desenvolver competências variadas da assistência primária ,secundária e terciária .“Residência médica de qualidade não se cria por decreto. É preciso tempo, preparo e compromisso com a formação”, destacou.
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Entre os principais desafios, Eduardo Jorge destacou o descompasso entre o número de formandos e as vagas de residência, a concentração de oportunidades em grandes centros, a necessidade de valorização da pediatria e o preparo dos preceptores. Também apontou mudanças no perfil epidemiológico das doenças, que exigem do pediatra competências cada vez mais amplas, desde a atenção primária até a alta complexidade.

As reflexões apresentadas pelo conferencista foram além dos números e da estrutura. Ele questionou, por exemplo, se a ampliação do tempo de residência realmente afasta os jovens médicos ou se a principal barreira continua sendo a falta de reconhecimento e remuneração justa. Eduardo também lembrou que formar um bom pediatra não é apenas ensinar a tratar doenças, mas cultivar habilidades como empatia, comunicação, liderança, criatividade e capacidade de trabalho em equipe. “Será que conseguimos ensinar esse ‘ser perfeito’? Esse é um desafio real”, provocou.
Ao longo da palestra, Eduardo intercalou dados com experiências pessoais – como sua vivência na área de ensino e especialmente aspectos da avaliação do médico residente. Destacou ainda as EPAS que estão sendo estruturadas pela Sociedade Brasileira de Pediatria para nortear os programas de residência na especialidade. O pediatra do futuro precisará estar pronto para atuar em realidades muito diferentes, sempre com foco no cuidado integral à criança e ao adolescente.
A conferência foi presidida por Rubens Trombini Garcia, membro da Câmara Técnica de Pediatria do CFM, e secretariada por João Gonçalves de Medeiros Filho, membro da Câmara Técnica de Pediatria do CFM. O V Fórum Virtual de Pediatria, que tem como tema central “A prática pediátrica e o futuro”, segue ao longo do dia com debates sobre temas como saúde mental dos profissionais, o cuidado com crianças que viverão mais de 100 anos e os rumos da formação médica. O evento é transmitido ao vivo pelo canal do CFM no YouTube.
Tem início o debate sobre “A prática pediátrica e o futuro”

O Conselho Federal de Medicina (CFM) abriu, na manhã desta sexta-feira (15), o V Fórum Virtual de Pediatria, que tem como tema central “A prática pediátrica e o futuro”. O evento, transmitido pela plataforma Zoom e pelo canal do CFM no YouTube, reúne especialistas de todo o país para discutir desde o cuidado com a criança, que poderá chegar aos 100 anos, até os desafios da formação médica e da saúde mental dos profissionais da área.
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Na mesa de abertura, o presidente do CFM, José Hiran da Silva Gallo, ressaltou a importância estratégica da pediatria para a construção de um futuro saudável e sustentável no Brasil. Ele destacou que, diante de um cenário que combina dificuldades estruturais, baixa cobertura vacinal, falta de pediatras na atenção primária e crescente violência contra profissionais, é urgente valorizar a especialidade e criar políticas que garantam o cuidado integral à infância e adolescência.

“O futuro da medicina repousa nas mãos dos médicos. Nesse futuro, o Brasil contará com sabedoria, determinação e coragem. É preciso unir tecnologia e ciência à prática médica, sem jamais abrir mão da dimensão humana. As crianças e adolescentes de hoje são o amanhã do nosso país, e seu crescimento precisa ser livre de qualquer forma de violência”, afirmou Gallo.
O presidente também lembrou do levantamento do CFM que aponta que pelo menos três boletins de ocorrência por agressão a médicos são registrados diariamente no país. Ele defendeu maior segurança para os profissionais e medidas para fortalecer a presença do pediatra na atenção primária.
O coordenador da Câmara Técnica de Pediatria do CFM, Eduardo Jorge da Fonsêca Lima, que também coordena este evento, destacou que a ausência desses especialistas na atenção básica traz graves consequências para a saúde infantil. “Nossa presença não é um luxo, é uma necessidade estratégica”, afirmou, lembrando que a valorização da especialidade é essencial para garantir diagnósticos precoces, prevenção eficaz e acompanhamento contínuo.
Já o presidente da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), Edson Ferreira Liberal, reforçou a importância de atuação conjunta das entidades em pautas comuns, como o fortalecimento das imunizações e a reinclusão do pediatra na atenção primária. No decorrer do dia, ele ministrará uma conferência sobre a “Política de saúde da criança e do adolescente: as famílias em pauta”.
A programação do Fórum segue ao longo do dia, com debates sobre envelhecimento saudável, saúde mental de crianças e profissionais, formação médica e desafios futuros da especialidade.
Fonte: Portal CFM, em 15.08.2025.