O presidente do Conselho Federal de Medicina (CFM), José Hiran Gallo, recebeu nesta sexta-feira (12), a visita da nova presidente da Associação de Medicina Intensiva Brasileira (AMIB), Patrícia Melo. Em audiência de mais de uma hora, eles conversaram sobre o desenvolvimento de ações a serem desenvolvidas em conjunto pelas duas entidades e a respeito da necessidade de se valorizar o trabalho dos intensivistas no País.

Patrícia Melo assumiu a Presidência da AMIB em 8 de dezembro, sendo a primeira mulher do Nordeste a presidir a entidade. Natural do Piauí, ela se formou em medicina na Universidade Federal do Estado, em 1992, e, desde então, desenvolveu uma trajetória onde constam vários títulos acadêmicos (nacionais e estrangeiros) e uma intensa atividade junto a entidades do movimento médico brasileiro.
Durante o encontro, o presidente José Hiran Gallo parabenizou Patrícia Melo pela posse e desejou “pleno êxito” a frente da Associação que congrega os cerca de 8 mil intensivistas do País. “ A AMIB é de grande importância para o País. Portanto, meus parabéns à nova diretoria, a qual muito nos honra receber na casa do médico brasileiro, o Conselho Federal de Medicina”, disse.
Empenhada em atuar pela qualificação dos profissionais que se dedicam à medicina brasileira, Patrícia Melo destacou o importante papel da especialidade: “trabalhamos para que todos os brasileiros possam receber a assistência de saúde que precisam e merecem receber em momentos de maior gravidade. Então, é muito importante poder contar com o apoio do CFM aos nossos pleitos.
A audiência foi acompanhada ainda pelos intensivistas Marcelo de Oliveira Maia (diretor Presidente Passado) e Ederlon Rezende (presidente do Conselho Consultivo). Pelo Conselho Federal de Medicina, estiveram os conselheiros Rosylane Rocha (2ª vice-presidente) e Estevam Rivello Alves, coordenador da Câmara Técnica de Medicina Intensiva.
CFM esclarece objetivos da pesquisa sobre vacinação infantil

O Conselho Federal de Medicina (CFM) esclarece pontos referentes à recém-lançada pesquisa que pretende conhecer a percepção dos 560 mil médicos brasileiros sobre a obrigatoriedade da vacina contra a COVID-19 em crianças de 6 meses a 4 anos e 11 meses.
Em nota aos brasileiros, publicada nesta sexta-feira (12), a autarquia médica destaca que a pesquisa não contesta a eficácia ou a decisão do Ministério da Saúde de disponibilizar a vacina para a população infantil. O objetivo é compreender a visão dos médicos, como profissionais capacitados a manifestar opiniões embasadas em conhecimento técnico-científico, sobre a obrigação imposta aos pais para que as crianças nessa faixa etária sejam vacinadas contra COVID-19, independentemente de prescrição médica.
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Fonte: Portal CFM, em 12.01.2024.