
O Conselho Federal de Medicina (CFM) promove o II Fórum de Ortopedia e Traumatologia. Há grandes expectativas para o evento que será realizado presencialmente na nova sede do CFM em Brasília, no dia 14 de novembro de 2023, das 08h às 17h20.
A câmara técnica temática, sob coordenação de Anastácio Kotzias Neto, Conselheiro federal pelo estado de Santa Catarina, coloca em pauta assuntos de grande relevância para o exercício da medicina: Compliance na prática ortopédica no Brasil; Apresentação de casos; Telessaúde na ortopedia; Auditoria e segunda opinião – o que muda com a Resolução 2318/2022.
“A programação tem especial atenção aos especialistas, mas são temas de abrangência para todos os médicos peritos e auditores, inclusive órgãos diretivos de saúde de município, de Estado e outras instituições governamentais”, afirma Anastácio.
“Afinal, os desafios são inerentes a todos os médicos brasileiros, no entanto, como os ortopedistas trabalham no ‘front’, em plantões, isso faz com que tenham que lidar mais com algumas condições de trabalho. A exemplo da falta de insumos e com a alta exigência na escolha dos seus implantes enquanto as operadoras buscam pelo menor preço, por vezes, esquecendo a qualidade da assistência ao paciente”, complementa.
A organização do evento se prepara para repetir o sucesso da primeira edição do fórum, com audiência maciça. “A exemplo do evento anterior, com certeza, um evento presencial faz com que o debate fique mais intenso e profícuo. Assim se resolve melhor o tema, apesar da nossa maturidade em relação às reuniões virtuais”, finaliza.
Confira a programação preliminar e inscreva-se.
Grupo de Trabalho reforça a necessidade de combate ao uso de cigarro eletrônico no Brasil

O Grupo de Trabalho de Atuações e Intervenções quanto ao Tabagismo e ao Cigarro Eletrônico do Conselho Federal de Medicina (CFM) se reuniu nesta manhã de terça-feira (03). Em pauta estavam a organização e a programação do evento sobre o tema que será realizado no ano que vem e o reforço à importância da comunicação sobre os malefícios do cigarro eletrônico.
O Coordenador do grupo e da Câmara Técnica de Pneumologia do Conselho Federal de Medicina (CFM), Alcindo Cerci Neto, lembrou a apresentação que fez na semana anterior em audiência pública na Comissão de Assuntos Sociais do Senado Federal, reiterando a posição do CFM de que a eventual regulamentação dos cigarros eletrônicos no País traria impactos nocivos à população, com o aumento no número de dependentes em nicotina e o surgimento de novas doenças.
O conselheiro federal Florentino Cardoso também destacou a necessidade de somar esforços para que a proibição da ANVISA ao comércio e à importação de cigarros eletrônicos seja mantida e que a fiscalização aumente.
“Devemos combater o discurso de que cigarro eletrônico minimiza danos, porque além de não ser verdade, de não reduzir danos, o uso desses dispositivos aumenta os danos aos usuários. Queremos a saúde da população, então somos contra tudo o que causa danos.”, disse Florentino.
Fonte: Portal CFM, em 04.10.2023.