Após posse dos conselheiros para a Gestão 2024-2029, os integrantes efetivos do Plenário participaram de sessão específica para a escolha da composição da nova diretoria da Autarquia. Por unanimidade, José Hiran da Silva Gallo foi escolhido para continuar à frente do Conselho. Com ele, foram definidos ainda os ocupantes dos outros 11 cargos de comando e os três integrantes da Comissão de Tomada de Contas. Conheça, a seguir, os componentes do grupo gestor.

DIRETORIA DO CFM
Presidente: José Hiran da Silva Gallo
1º vice-presidente: Emmanuel Fortes Silveira Cavalcanti
2ª vice-presidente: Rosylane Nascimento das Mercês Rocha
3º vice-presidente: Jeancarlo Fernandes Cavalcante
Secretário-geral: Alexandre de Menezes Rodrigues
1º secretário: Hideraldo Luis Souza Cabeça
2º secretário: Estevam Rivello Alves
3ª secretária: Dilza Teresinha Ambrós Ribeiro
Tesoureiro: Mauro Luiz de Britto Ribeiro
2º tesoureiro: Carlos Magno Pretti Dalapicola
Corregedor: José Albertino Souza
Vice-corregedor: Francisco Eduardo Cardoso Alves
COMISSÃO DE TOMADA DE CONTAS
Ademar Carlos Augusto
Bruno Leandro de Souza
Nailton Jorge Ferreira Lyra
Após o anúncio do resultado, José Hiran da Silva Gallo fez um breve discurso e desejou boas-vindas aos colegas. Ele afirmou que honrará o novo mandato e explicou o funcionamento do plenário, das comissões e das câmaras técnicas. “Honrarei os médicos brasileiros, assim como os médicos brasileiros honraram o processo eleitoral, amplamente democrático. Todos aqui foram eleitos pelos seus pares. Todos, sem exceção. E trabalharemos em prol da medicina brasileira”, declarou.
De acordo com a resolução 2.335/2024, a sessão foi presidida pelo conselheiro efetivo de maior idade entre os recém-eleitos, Eduardo Monteiro de Jesus (Amapá), e secretariado pelo conselheiro federal efetivo mais jovem entre os que tomaram posse hoje, Carlos Orlando Sparta (Rio Grande do Sul).
Em Brasília, novos conselheiros federais efetivos e suplentes tomam posse em solenidade na Casa do Médico Brasileiro
Os novos conselheiros da Gestão 2024-2029 tomaram posse na manhã de terça-feira (1º) em cerimônia administrativa na sede do Conselho Federal de Medicina (CFM), em Brasília (DF). O evento foi presidido pelo conselheiro federal efetivo pelo Amapá, Eduardo Monteiro de Jesus, o de maior idade entre os recém-eleitos, e secretariado pelo conselheiro federal efetivo pelo Rio Grande do Sul, Carlos Orlando Sparta, o mais jovem entre os membros do grupo.

Conselheiros federais efetivos tomam posse para gestão 2024-2029
Do total de 56 conselheiros (um titular e um suplente por unidade de federação e dois indicados pela Associação Médica Brasileira – AMB), 30 exercerão mandato no CFM pela primeira vez, enquanto 26 foram reeleitos. O novo corpo de conselheiros federais teve o primeiro encontro no plenário do Conselho, às 8h30, para a posse administrativa. Logo em seguida, os novos integrantes titulares elegeram a nova diretoria do CFM.
CLIQUE PARA CONHECER OS NOVOS CONSELHEIROS EFETIVOS E SUPLENTES
No evento, os conselheiros titulares e suplentes assinaram o termo de posse proferido pelo secretário. Na autarquia federal destinada à fiscalização e normatização do exercício profissional da medicina, os conselheiros, eleitos de forma transparente e com ampla adesão da categoria, assumem a nobre missão de zelar pela qualidade da medicina, promovendo a saúde e o bem-estar da população brasileira.
Os novos conselheiros foram eleitos por meio do primeiro processo eleitoral 100% online realizado pelo CFM. Mais de 408 mil médicos votaram, a maior marca da história da Autarquia em eleições de qualquer natureza. Do total de 598.573 médicos ativos no País, 543.395 estavam aptos a votar, ou seja, estavam com seus dados cadastrais atualizados e não possuíam pendências administrativas ou financeiras com os Conselhos Regionais de Medicina (CRMs). Ao todo, 75% dos médicos votantes participaram do pleito. Estavam na disputa 73 chapas e 146 candidatos.
Entre as atividades dos novos membros, estão a aprovação de resoluções, pareceres e recomendações. Os conselheiros também fazem o julgamento de processos éticos e atuam no desenvolvimento de soluções que beneficiam o trabalho dos médicos e o atendimento dos pacientes. Além disso, atuam fortemente no campo político, buscando sensibilizar parlamentares, gestores e membros do Judiciário em favor de temas de interesse da categoria, como o fim da abertura desenfreada de escolas médicas, a valorização dos profissionais e a oferta de melhores condições de trabalho nas redes pública e privada.
Fonte: Portal CFM, em 01.10.2024.