Seguindo nosso compromisso com os participantes, esclarecemos matéria publicada nesta segunda-feira (15/07) pelo jornal Folha de S.Paulo a respeito de decisões de investimentos, tomadas no passado, na Usina Termelétrica Termobahia.
- Primeiro, é importante destacar que a decisão de não exercer o direito de preferência no aumento de capital na Termobahia ocorreu entre os anos de 2005 e 2008, ou seja, há mais de 15 anos, sem qualquer relação com gestões atuais da Petros.
- Na ocasião, a decisão de não fazer novos aportes para manter a participação societária na companhia considerou, entre outros, limitações e vedações legais, além da relação risco-retorno do investimento.
- De forma alguma, a Petros abriu mão de qualquer direito societário contido no Acordo de Acionistas, como a distribuição de dividendos pela companhia.
- O investimento na Termobahia foi realizado em 2003, no valor de R$ 1,1 milhão, e tem rendido pagamento de dividendos para a Petros, que já recebeu cerca de R$ 8,6 milhões. Esse resultado somado à avaliação do ativo em carteira (R$ 8,7 milhões, em dezembro de 2023) supera a meta atuarial do período. Deste montante, R$ 3,1 milhões foram, inclusive, dividendos referentes aos resultados da companhia em 2023.
- Desde 2008, a Fundação tem participação minoritária na companhia, com 1,15% do capital social, percentual pouco relevante junto à gestão ou condução do negócio frente aos direitos dos sócios majoritários para as tomadas de decisão.
- Além disso, o investimento representa apenas 0,007% dos recursos garantidores da Petros. O ativo está alocado, majoritariamente, na carteira dos planos PPSP-R e PPSP-NR, que também receberam, desta forma, a maior parcela dos dividendos distribuídos pela Termobahia.
- Em cumprimento do seu dever de fidúcia, a área técnica da Petros está analisando os documentos do Acordo de Acionista de Termobahia, ainda vigentes, para processo de deliberação dos órgãos de governança da Fundação sobre eventuais atualizações e renovação societária.
- Por fim, reiteramos que a Petros conta com sólida estrutura de governança de investimentos, composta por processos robustos e equipe qualificada e experiente, assim como controle rígido de gestão de risco e de compliance, garantindo higidez na gestão dos recursos dos participantes. Nossa gestão de investimentos é, inclusive, classificada como "forte" pela Fitch Ratings, uma das maiores agência de classificação de risco do mundo
Alexandre Dias Miguel é habilitado pela Previc e assume interinamente a Diretoria de Investimentos
A Superintendência Nacional de Previdência Complementar (Previc) habilitou nesta segunda-feira (15/7) Alexandre Dias Miguel, que assume interinamente a Diretoria de Investimentos até que seja concluído o processo seletivo de escolha do novo diretor. O órgão atestou que o dirigente, que assinou o termo de posse nesta terça-feira (16/7), cumpre os requisitos regulatórios para assumir o cargo. O nome de Alexandre Miguel havia sido aprovado pelo Conselho Deliberativo, nossa instância máxima de governança, composto por representantes das patrocinadoras e representantes eleitos pelos participantes, em reunião realizada em 21/6.
Alexandre Dias Miguel ingressou na Petros em janeiro de 2021 como gerente executivo de Governança e Ilíquidos, sendo responsável pela governança nos investimentos e pela gestão da carteira de ativos ilíquidos da Fundação (participações diretas, ativos imobiliários, créditos e Fundos de Investimentos em Participações - FIPs). Durante esse período, o executivo também atuou como assessor da Diretoria de Investimentos, acompanhando todas as decisões estratégicas da área.
Além disso, é membro do Comitê de Ativos líquidos e do Comitê de Ativos Ilíquidos, diretamente ligados à Diretoria Executiva e que têm entre suas atribuições analisar, recomendar ou deliberar, em termos estratégicos, investimentos e desinvestimentos. E, há cerca de três anos, integra a Comissão Técnica de Investimentos da Abrapp (sudeste), participando de discussões para a evolução, sob a ótica regulatória e de gestão dos investimentos, das Entidades Fechadas de Previdência Complementar.
Com experiência de mais de 14 anos na área de investimentos e de administração, especificamente na parte de gestão, governança, planejamento e liderança, Miguel é graduado em Administração de Empresas pela Faculdade de Ciências Econômicas de Bauru (SP) e possui MBA em Finanças, Investimentos e Banking pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC/RS) e em Logística Empresarial pela Universidade Estadual Paulista (Unesp), além de possuir CPA-20, Certificação Profissional ANBIMA (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais).
Saiba mais
21/6 - Alexandre Dias Miguel é aprovado como diretor interino de Investimentos
10/6 - Conheça o rito de governança para seleção do novo diretor de Investimentos
Fonte: Petros, em 17.07.2024.