Alcançar o equilíbrio financeiro e oferecer serviços cada vez melhores aos beneficiários é apenas um dos muitos desafios que envolvem o setor de saúde suplementar. Os assuntos da ordem econômica são essenciais para garantir a sustentabilidade do setor, bem como superar os obstáculos que devem surgir nos próximos anos. Devido à sua relevância, a área de Economia é uma das categorias do Prêmio IESS de Produção Científica em Saúde Suplementar.
A premiação é uma forma de o IESS incentivar pesquisas no setor, além de laurear os melhores projetos que envolvam a temática. Os candidatos da categoria Economia podem aplicar trabalhos que devem tratar de um ou mais dos seguintes temas no âmbito da saúde suplementar. Veja alguns exemplos:
- Formação de preço de planos de saúde;
- Modelo de reajuste para planos individuais;
- Impactos financeiros da incorporação de tecnologia em saúde;
- Aspectos de solvência e garantias financeiras para planos médico-hospitalares.
A lista completa está disponível no regulamento. Nesta edição, inclusive, também podem ser abordados os impactos econômico-financeiros relacionados à pandemia de Covid-19 – conforme explicamos recentemente. Para mais detalhes sobre a importância da categoria no XI Prêmio IESS, veja o Webinar IESS - Economia na Saúde Suplementar: análise e perspectivas de vencedores do Prêmio IESS.
Confira o depoimento de Denilson Queiroz Gomes Ferreira, doutor em Políticas Públicas pela UFRJ e vencedor do III Prêmio IESS na categoria Economia, sobre como a premiação o ajudou na defesa de sua tese de doutorado:
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As inscrições para o XI Prêmio IESS e para exibição de pôster são gratuitas e vão até 29 de outubro. Cada candidato pode aplicar apenas um trabalho – saiba como. O espaço para pôsteres não possui limite para inscrição – veja o regulamento.
Os vencedores de cada categoria receberão R$ 15 mil para os primeiros colocados e R$ 10 mil para aqueles que ocuparem a segunda posição. Assim como na edição anterior, os orientadores dos trabalhos vencedores também serão compensados financeiramente com R$ 3 mil.
Como funciona o pedido de reembolso em planos de saúde
A adoção de práticas sustentáveis pelos beneficiários de planos de saúde é parte importante para o equilíbrio de todo o setor. Essa atitude, inclusive, pode ajudar a conter o aumento das mensalidades. Por isso, o IESS lançou recentemente a cartilha de Práticas Sustentáveis em Planos de Saúde – saiba mais. No blog de hoje, você vai conhecer detalhes da prática de reembolso e como ela deve ser realizada pelo beneficiário da forma correta.
Primeiramente, é preciso explicar que o reembolso permite que o usuário realize um procedimento de saúde fora da rede conveniada ou referenciada a receba o valor referente à despesa. Contudo, a prática está sempre limitada ao que estiver estipulado em contrato com a Operadora de Plano de Saúde (OPS). Entenda o que pode ou não ser feito nesses casos.
Por exemplo, ao realizar uma consulta ou procedimento de forma particular, o beneficiário precisa apresentar a nota fiscal com o valor integral do serviço. Sendo assim, pedir ou aceitar mais de um recibo com objetivo de receber um reembolso maior é uma prática irregular e fraudulenta tanto de quem recebe quanto de quem emite. Inclusive, esse ato pode ser rastreado pela Receita Federal e pelas operadoras.
Outra prática irregular é alterar ou aceitar uma nota fiscal com valor maior ao que é pago a quem realiza o serviço de saúde. Sendo assim, o beneficiário deve sempre solicitar o valor correspondente ao procedimento ou atendimento prestado. Além disso, os beneficiários não devem compartilhar a sua senha de acesso ao portal para que terceiros peçam o reembolso. A prática é desaconselhável porque pode haver pedidos para o pagamento de procedimentos não realizados.
Essas são algumas atitudes irregulares que podem resultar em custos mais elevados para todos os outros beneficiários do plano de saúde. Portanto, é importante que cada um faça a sua parte.
A cartilha de Práticas Sustentáveis em Planos de Saúde pode ser baixada gratuitamente aqui.
Fonte: IESS, em 18.10.2021.