
Fonte: CNN Business
Uma pesquisa do Instituto Locomotiva revelou que o dinheiro é o meio de pagamento preferido dos brasileiros, mesmo entre os que usam o Pix. O cartão de crédito ficou em segundo lugar. Saiba mais no comentário realizado pelo Fernando Nakagawa, na CNN Brasil:

Fonte: NE10, por Fernanda Cysneiros
Foto: NE10/ Marcello Casal Jr/Agência Brasil
Muitas pessoas não sabem, mas investir a longo prazo passou a ter ainda mais vantagens, já que além de receber um retorno maior, você paga menos imposto.
Com o prazo do Imposto de Renda 2022 se aproximando, é necessário se preparar com antecedência e conferir estratégias para pagar menos na hora da declaração.
O que é Tabela Regressiva de IR?
Para cada tipo de investimento, existe uma regra específica de desconto das alíquotas para ajudar na declaração do Imposto de Renda.
Um exemplo disso é a Tabela Regressiva IR, que incide sobre investimentos com renda fixa.
A Tabela Regressiva de Imposto de Renda funciona de acordo com a duração de um investimento.
Ou seja, você paga menos tributação quando o seu dinheiro permanece aplicado por mais tempo. Confira:

Quem pode utilizar a Tabela Regressiva IR?
As aplicações em que a Tabela Regressiva pode incidir sob são:
- Títulos Públicos;
- Debêntures;
- Certificado de Depósito Bancário (CDB);
- Recibos de Depósito Bancário (RDB);
- Fundos de Investimentos, com algumas exceções.
Como funciona a Tabela Regressiva IR na previdência privada?
A Tabela Regressiva é indicada, principalmente, para investimentos de longo prazo, como é o caso da previdência privada.
A tabela segue um formato de cobrança decrescente, cuja alíquota reduz conforme a sua renda aumenta.
Confira abaixo a alíquota cobrada pela Tabela Regressiva IR para os planos de previdência privada:

Com o prazo para a declaração chegando, é importante se atentar para que a declaração aconteça de forma adequada, sem riscos de cair na malha fina.

Fonte: Agência Brasil/ Edição Fernando Fraga
Foto: Agência Brasil/ Marcelo Camargo
A partir de março, o contribuinte terá de cumprir a obrigação anual de prestar contas ao Leão. O prazo da entrega anual da Declaração do Imposto de Renda Pessoa Física 2022 (ano-base 2021) ainda não foi anunciado pela Receita Federal. Caso seja mantido o padrão dos últimos anos, o documento deverá ser enviado entre 2 de março e 30 de abril. Normalmente, o prazo começa em 1º de março, mas neste ano a data cairá no feriado de carnaval.
A Receita Federal também não anunciou as regras para a declaração deste ano. No entanto, sem perspectiva de correção da tabela do Imposto de Renda, a entrega será obrigatória para quem recebeu acima de R$ 28.559,70 em rendimentos tributáveis em 2021 (o equivalente a salário acima de R$ 1.903,98, incluído o décimo terceiro).
Também deverá entregar a declaração quem tenha recebido rendimentos isentos acima de R$ 40 mil em 2021, quem tenha obtido ganho de capital na venda de bens ou realizou operações de qualquer tipo na bolsa de valores, quem tenha patrimônio acima de R$ 300 mil até 31 de dezembro do ano passado e quem optou pela isenção de imposto de venda de um imóvel residencial para a compra de um outro imóvel em até 180 dias.
Adiantamento
Mesmo que as regras ainda não estejam definidas, o contribuinte pode adiantar o trabalho e juntar documentos para acelerar o preenchimento e a entrega da declaração. Primeiramente, o cidadão deve reunir todos os documentos que declarem os rendimentos tributáveis, independentemente de ter ou não havido retenção na fonte pagadora ao longo de 2021.
Entre os documentos de renda, estão os comprovantes de salários, de prestações de serviços, de aposentadorias e de previdência privada. Os empregadores são obrigados a entregar os documentos aos trabalhadores até o fim deste mês, mas o contribuinte pode juntar os contracheques acumulados no ano passado e somar os rendimentos. Cabe também incluir os rendimentos recebidos de pessoas físicas, como aluguéis, pensões e outros.
Para declarar dependentes e garantir deduções, é preciso reunir informações sobre os rendimentos tributáveis dos demais membros da família. Mesmo que os números não alcancem o limite de dedução estabelecido pela Receita, que ainda será divulgado, o contribuinte deve juntar todos os valores recebidos.
Para organizar os documentos que gerem outras deduções, como despesas médicas e educação, o contribuinte deve juntar os recibos, notas fiscais e comprovantes de gastos nessas duas áreas. Fornecer ou utilizar recibos médicos “frios” (falsos) é considerado crime contra a ordem tributária, sujeitando o infrator à multa de 150% e pena de reclusão de dois a cinco anos.
As informações bancárias e as aplicações financeiras com saldo a partir de R$ 140 devem ser informadas na declaração. Nesse caso, o cliente pode ir ao site ou ao aplicativo das instituições financeiras com que mantém relação e baixar os comprovantes de saldos, caso eles estejam disponíveis.
Arrendadores de imóveis rurais, pessoas físicas que recebem rendimentos de outra pessoa física ou do exterior e quem comprou ou alienou bens imóveis, móveis e direitos pelo valor real do bem também devem juntar os documentos.
O contribuinte também deve juntar os comprovantes de pagamentos a profissionais liberais, como médicos, dentistas, advogados, veterinários, contadores, economistas, engenheiros, arquitetos, psicólogos, fisioterapeutas e os documentos de pagamento de aluguel, pensão alimentícia e juros. A falta de declaração dos pagamentos acima pode acarretar em multa de 20% sobre os valores não declarados.
Dicas úteis
A Receita Federal lembra que não é aconselhável emprestar o CPF a terceiros para aquisições de bens e direitos. Além disso, também não se deve permitir que terceiros utilizem a conta bancária do contribuinte que terá que justificar a origem dos recursos.
Após a declaração ser enviada à Receita Federal, o órgão cruza os dados informados pelas fontes pagadoras com os números enviados pelos contribuintes. Esse procedimento tem como objetivo verificar a correspondência de valores e evitar fraudes. No caso de erros apurados pela malha fina, a Receita pode sujeitar o contribuinte a multa e juros.

Fonte: Terra
Foto: Freepik
A Organização Mundial da Saúde, OMS, publicou o terceiro relatório da Década do Envelhecimento Saudável, celebrada entre 2021 e 2030.
O novo documento destaca como a saúde e o bem-estar dos idosos são afetados pelas mudanças climáticas e identifica oportunidades para reunir as agendas.
O resumo também apresenta exemplos do que pode ser feito para promover o envelhecimento saudável e criar resiliência à crise climática. Entre as principais mensagens, o relatório reforça que as mudanças climáticas e o rápido envelhecimento da população estão ocorrendo juntos.
Assim, seus efeitos possuem impactos sobre a saúde e o bem-estar dos idosos e devem ser levados em conta por todos os setores.
O texto afirma ainda que as pessoas mais velhas têm sido negligenciadas nos estudos sobre mudanças climáticas. Com o rápido envelhecimento da população, a OMS afirma que a situação deve ser corrigida com urgência.
Ações
De acordo com o conteúdo, os idosos devem ser agentes de mudança em ações para o clima. Embora o grupo seja amplamente diversificado, muitos são desproporcionalmente afetados pelas mudanças climáticas por sua maior vulnerabilidade.
Por isso, o relatório também afirma que os idosos devem ser protegidos das ameaças relacionadas ao clima.
Os autores recomendam que iniciativas sejam incorporadas em ações multissetoriais, construindo ambientes mais verdes, com menos poluição do ar, mais infraestrutura de habitação e serviços de saúde adaptados, assim como sistemas alimentares mais sustentáveis para dietas mais saudáveis e promoção da saúde para o bem-estar.
Segundo o documento a Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas, Unfccc, e a Conferência das Nações Unidas sobre Mudança Climática podem ser oportunidades para considerar o envelhecimento saudável nas comunidades mais afetadas pelas mudanças climáticas.
Os fóruns podem aumentar a visibilidade dos idosos e oferecer oportunidades para defender as prioridades da década.
O estudo reforça que os próximos 10 anos são críticos para a agenda de mudança climática e envelhecimento e afirma que é necessário conectar os tópicos. Outra recomendação é trabalhar em colaboração para beneficiar os idosos, as futuras gerações e o planeta.

A Declaração do Imposto de Renda Retido na Fonte (DIRF), para fins de declaração de imposto de renda, será encaminhada por e-mail, até 28 de fevereiro, para participantes e beneficiários que receberam valores de resgate ou benefício pela Funpresp-Jud, referentes ao exercício de 2021.
Quem não recebeu valores referentes aos pagamentos de regaste ou benefício deve utilizar os valores de contribuições constantes no demonstrativo de rendimentos para fins de Imposto de Renda disponibilizado pelo seu órgão ou consultar o demonstrativo de contribuições disponível no Portal do Participante (área restrita) da Funpresp-Jud.
Saiba como declarar os valores de resgates ou benefícios recebidos:
Em caso de resgate ou de recebimento de benefício, existem dois procedimentos distintos para declaração, que dependem do modelo tributário escolhido no momento da inscrição no plano de previdência:
Rendimentos Tributáveis Recebidos de Pessoa Jurídica
Os valores de resgates ou benefícios recebidos da Funpresp-Jud, tributados pela tabela progressiva, devem ser declarados na ficha “Rendimentos Tributáveis Recebidos de Pessoa Jurídica”, bem como o imposto de renda retido na fonte (equivalente a 15% do valor do resgate ou benefício).
Esses valores serão acrescidos às demais rendas do contribuinte, tais como salários, aposentadorias, etc.
Rendimentos sujeitos à Tributação Exclusiva/Definitiva
Os valores de resgates ou benefícios oriundos da Funpresp-Jud, tributados pela tabela regressiva, devem ser lançados na ficha “Rendimentos Sujeitos à Tributação Exclusiva/Definitiva”, em “Outros”.
Na especificação, é necessário informar: se o resgate foi feito em nome do titular ou do dependente, o CNPJ da Funpresp-Jud (18.465.825/0001-47), nome da fonte pagadora (Funpresp-Jud) e descrição (Resgate ou Benefício recebido da Funpresp-Jud).
Quem tiver recebido resgate ou benefícios e não receber o Informe de Rendimentos deve entrar em contato com a Fundação, pelo e-mail:

Viviane da Matta, especialista em Gestão de Pessoas e Comportamento Organizacional, ministrou para os empregados da Funpresp-Jud a oficina “Comunicação e Relacionamento Eficazes entre Equipes em Jornada Híbrida de Trabalho”. O encontro online ocorreu na última sexta-feira (18/2) e contou com oportunidades de fala pela equipe da Fundação, além de dinâmica de grupo.

Para a especialista, a ideia de modelo home office é descontruída e abre um grande espaço para aprender sobre comunicação. “Se as pessoas são acionadas o tempo todo, o trabalho remoto não é flexível”, comentou Viviane. Estabelecer o que é de fato urgente ou prioridade é importante para trabalhar com menos ansiedade, mais alinhamento e previsibilidade, explicou ela.
As reuniões, por exemplo, podem não ser o primeiro recurso de contato entre as pessoas. A realização deve ocorrer quando as pessoas entenderem que vale a pena investir tempo para isso e sair com algo claro de lá.
Viviane também comentou que a hiperconexão tem gerado adoecimento em muitas pessoas. Destacou a importância de aprender a ter presença no trabalho remoto e no presencial. Algumas dicas podem ser úteis, como destinar blocos de tempo para checar mensagens, investir em uma boa escrita para responder, se comprometer com as pessoas, silenciar notificações após o expediente, dentre outras.
A especialista estimulou a pensar no que os empregados desejam levar da comunicação em ambiente home office para o modelo híbrido, o que desejam abandonar e o que podem começar a fazer a partir de agora. Viviane também destacou que na cultura da gentileza os “não” são acolhidos.
Antes do encontro online, os empregados foram estimulados a preencher um Teste de Inteligência Emocional, que teve como objetivo avaliar os quatro pilares da Inteligência Emocional segundo Daniel Goleman: Autoconsciência ou autoconhecimento, Autogestão, Empatia. Gestão de relacionamento ou habilidades sociais. Cada empregado ficou responsável por analisar e refletir sobre o seu resultado.
Diretores e empregados participaram do evento com opiniões e conclusões sobre a reflexão gerada pela oficina.
Esta foi a segunda atividade ministrada pela Viviane da Matta para os empregados da Funpresp-Jud. Em janeiro, ela falou sobre “Desafios Emocionais e Interpessoais para o Retorno ao Trabalho Presencial”, no 1º Encontro in Company deste ano, também em formato online.
Fonte: Funpresp-Jud, em 24.02.2022.