Site da Fundação conta com conteúdo sobre educação financeira e previdenciária
Dúvidas sobre investimentos e previdência? No espaço Prever, no site da Funpresp, participantes e público em geral têm acesso a um conteúdo sobre educação financeira. Para acessar, selecione o menu “Fique por dentro”, opção “Prever”. Lá, você vai encontrar vídeos, matérias e podcasts dando dicas de educação financeira e previdenciária, para ajudar você a conquistar seus objetivos e aproveitar ao máximo todos os serviços que a Funpresp pode te oferecer.
A página será atualizada periodicamente. Se você tem alguma dúvida, sugestão de pauta ou assunto que possamos abordar dentro do programa, entre em contato conosco: envie um e-mail para
Funpresp designa diretor de Seguridade como guardião da LGPD na Entidade
Com a entrada em vigor da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), o diretor de Seguridade da Funpresp, Cícero Dias, foi designado para exercer o cargo de Data Protection Officer (DPO) da Entidade. A função é prevista pela LGPD, no seu artigo 37. Clique aqui e confira o inteiro teor.
Na prática, o dirigente vai atuar como um guardião das informações e terá a missão de assegurar que a Fundação cumpra as exigências da LGPD no que diz respeito à privacidade dos dados dos participantes.
A função do DPO é ajudar a Funpresp a adaptar seus processos com foco na maior segurança das informações que estão sob a sua tutela, de modo que os dados pessoais dos participantes sejam tratados de maneira segura e ética. Além disso, o DPO é o principal elo entre a Entidade, os participantes (e outras pessoas cujos dados estejam sob a tutela da Funpresp) e a Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD), órgão de fiscalização que será formado nos próximos meses.
De acordo com o artigo 41 da LGPD, os dados de contato do DPO devem ser divulgados, preferencialmente no site da Entidade. Confira:
Cícero Rafael Barros Dias
E-mail:
Funpresp e UFMG realizam pesquisa sobre previdência em estados e municípios
Estudo avaliou mais de 2 mil entes federativos que têm regime próprio de previdência social, realizando um levantamento sobre perfil dos servidores e situação fiscal e atuarial
Uma pesquisa realizada em parceria entre a Funpresp e a Fundação de Desenvolvimento da Pesquisa da Universidade Federal de Minas Gerais (Fundep/UFMG) avaliou o regime de previdência de 2,2 mil municípios e estados brasileiros, considerando a situação atuarial e fiscal. Cada ente, recebeu uma pontuação, entre 0 e 1 – em que 1 é a melhor nota. A partir desse indicador, foi feito um ranking entre os entes considerando os riscos atuariais e fiscais de cada um.
O estudo visa subsidiar a Funpresp caso haja aprovação do projeto de Lei 6.088/2016, em tramitação no Congresso Nacional, que possibilitaria à Fundação administrar planos de benefícios de estados e municípios. A pesquisa também leva em consideração a Emenda Constitucional nº 103 de 2019, que deu aos estados e municípios o prazo de dois anos para definirem o regime previdência complementar para seus servidores públicos.
Dentre os pontos considerados na avaliação, estão a situação do estado ou município em relação ao seu regime próprio, análise da situação de déficit ou superávit fiscal, a quantidade de ativos e a maturidade de seus servidores. Em relação à situação fiscal, o estudo fez uma análise individual detalhada, avaliando como está a arrecadação de cada um e se os valores estão inferiores ou superiores aos gastos do ente.
De acordo com o diretor de Seguridade, Cícero Dias, ter conhecimento da realidade desses diferentes estados e municípios trará segurança à possível atuação da Funpresp com esses entes. “Se o PL for aprovado e a Funpresp puder administrar planos de estados e municípios, a Entidade estará pronta para apresentar projetos aos diversos entes federados, com segurança aos seus participantes e os devidos estudos técnicos. Estamos pesquisando esse cenário com antecedência e seguindo estratégias que permitirão uma preparação adequada. Com esse estudo, por exemplo, será possível ponderar objetivamente o nível de risco, inclusive fiscal, na hora de admitir um patrocinador, estabelecendo critérios e condições de aceitação, seja em um plano específico ou em um plano multipatrocinado, e realizar o processo com toda segurança”, declarou.
Funpresp terá nova ferramenta de gestão de investimentos para atual realidade do mercado
A ferramenta busca desenvolver uma metodologia de gerenciamento de riscos das duas carteiras e dos quatro perfis de investimentos
Em parceria com a Fundação de Desenvolvimento da Pesquisa da Universidade Federal de Minas Gerais (Fundep/UFMG), por meio do Departamento de Ciência da Computação, a Funpresp está desenvolvendo uma ferramenta de gestão de riscos dos portfólios e perfis de investimentos instituídos pela Fundação.
Atualmente, com as taxas de juros em patamares historicamente baixos, a busca por rentabilidades aderentes ao índice de referência dos planos de benefícios (Índice Nacional de Preços para o Consumidor Amplo/IPCA + 4% ao ano) virá acompanhada por maior exposição a risco. Com isso, a nova ferramenta busca desenvolver uma metodologia quantitativa de gerenciamento de riscos coordenados e dependentes das duas carteiras e dos quatro perfis de investimentos.
Segundo explica o professor Cristiano Arbex, que está à frente do projeto no DCC/UFMG, a ferramenta vai permitir a combinação das classes de ativos que compõem as carteiras da Funpresp para formar cada perfil de investimentos.
“Os algoritmos usados permitem comparar as propriedades estatísticas de risco e retorno de diferentes portfólios e também garantem que os limites de investimentos nas diferentes classes de ativos, definidos por regulamentações governamentais e políticas internas, sejam respeitados”, destacou o estudioso, que é PhD em matemática e especialista em otimização de portfólios em condições de incertezas.
Assim, a ideia é incorporar técnicas modernas de seleção de portfólios e gerenciamento de risco no processo de decisão relativo à montagem e avaliação de carteiras de investimentos, garantindo também o cumprimento das regulamentações externas e internas que regem a Política de Investimentos da Fundação.
Os objetivos que moldaram a construção do modelo foram os seguintes:
- adaptação às mudanças nos mercados;
- flexibilidade em relação a investimentos em diferentes classes de ativos;
- adequação às regulamentações aplicadas ao setor de previdência complementar privada brasileiro; e
- fácil operacionalização e monitoramento pela Funpresp.
A ferramenta, que já está em fase final de testes pela Funpresp, terá o objetivo de avaliar, da forma mais realista possível, investimentos hipotéticos, a fim de auxiliar a tomada de decisão da área de investimentos e a elaboração das Políticas de Investimentos dos planos administrados pela Entidade.
Investimentos – Com o objetivo de diversificar os ativos financeiros que compõem as reservas individuais dos participantes, foram implementados, em janeiro de 2020, os Perfis de Investimentos na Funpresp. Ao todo, são quatro faixas de investimentos agrupados por idade do participante, com diferentes percentuais de alocação em duas carteiras: Preservação e Performance.
As carteiras, também chamadas de portfólio ou cesta de investimentos, são conjuntos de diferentes ativos financeiros que buscam a melhor combinação entre retorno e risco. Quanto mais diversificada a carteira, maior a segurança ante as oscilações do mercado financeiro.
A carteira Preservação busca obter um rendimento mais próximo ao índice de referência dos planos, que é a inflação medida pelo IPCA + 4% ao ano. A Performance, por sua vez, tem o objetivo de obter desempenhos superiores e, consequentemente, contempla investimentos de maior risco na expectativa de obter maior rentabilidade.
Fonte: Funpresp, em 30.09.2020