A Funpresp está em primeiro lugar no ranking de satisfação do usuário, que compõe o Painel da Lei de Acesso à Informação (LAI), ferramenta elaborada e gerida pela Controladoria-Geral da União (CGU). Numa escala na qual 0 é totalmente insatisfatório e 5 totalmente satisfatório, a Fundação recebeu a média de satisfação de 5 pontos.
O coordenador de Ouvidoria da Entidade, Adan Reis, conta que a classificação se refere ao atendimento prestado pela organização aos seus participantes e aos servidores federais, evidenciando que os esforços da Fundação em disponibilizar canais de atendimento integrados e humanizados têm sido exitosos.
Além disso, o coordenador aponta que a Funpresp preza por manter a segurança das informações e dos processos, garantindo anonimato dos usuários, agilidade na solução das demandas e atenção aos prazos legais.
Em abril deste ano, foi implantado pela Entidade um novo sistema de atendimento, com o objetivo de facilitar e criar uma experiência mais positiva ao participante, por meio do uso simultâneo e interligado de diferentes canais de comunicação. Ele possibilita a contagem dos prazos de forma automática e alerta as áreas técnicas sobre o tempo limite de cada resposta, o que torna o atendimento mais eficaz. Atualmente, o prazo máximo para a solução do pedido feito pelo usuário é de 10 dias, mas a Fundação tem retornado aos participantes no prazo de 2 dias.
Outro fator determinante para que a Funpresp atingisse essa posição foi a preocupação em desenvolver respostas de fácil compreensão, bem como proporcionar um ambiente que acolhe a pessoa que busca por atendimento. “Além de um atendimento humanizado, temos o objetivo de solucionar, verdadeiramente, o problema do participante. Por isso, aqui cada atendimento é feito de forma personalizada”, afirma a coordenadora de Operação da Central de Atendimento da Fundação, Agnes Silva.
Painel
Desenvolvido pela CGU em 2019, o painel da LAI tem o intuito de analisar o rendimento dos órgãos, disponibilizando informações sobre as instituições, extraídas da plataforma Fala.BR, como: quantidade de pedidos e recursos registrados, cumprimento de prazos, perfil dos solicitantes, omissões, transparência ativa, entre outros aspectos.
Assim, é possível que o cidadão compare os resultados dos órgãos e entidades com a média do Governo Federal e da categoria da entidade pesquisada.
Funpresp fecha o 1º semestre com rentabilidade positiva e reforça o seu compromisso de longo prazo com o participante
O retorno acumulado desde o início da Fundação se mantém à frente dos Títulos Públicos Federais, do CDI, do Ibovespa e da poupança
A Funpresp finalizou o 1º semestre de 2022 com rentabilidade consolidada de 3,14% no ano, mantendo-se à frente do dólar e do Ibovespa, que tiveram performances negativas no mesmo período de -6,14% e -5,99%, respectivamente.
Os rendimentos acumulados desde o início da Fundação (fevereiro de 2013) estão em 150,95%, alinhado ao índice de referência (IPCA + 4% a.a.), que foi de 155,74%. O consolidado da Funpresp superou o retorno dos Títulos Públicos (128,86%), estimado pela variação do IMA-G, do CDI (114,87%), do Ibovespa (71,04%) e da poupança (66,93%), ficando atrás do resultado do dólar no período (166,21%),
Em junho, a carteira consolidada da Fundação apresentou queda de 0,88%, em decorrência à performance de -0,36% dos Títulos Públicos Federais, indexados ao IPCA, e de -11,50% do Ibovespa.
De acordo com o gerente de Controle de Investimentos, Helano Borges, o atual cenário econômico é adverso, sobretudo pelas incertezas relacionadas à inflação e às eleições internas, bem como pelo aperto monetário e conflito entre Rússia e Ucrânia, no âmbito externo.
O gerente ainda ressalta que grande parte dos resultados adversos na rentabilidade se deve à marcação a mercado dos títulos públicos. Esse efeito não deve prejudicar a rentabilidade da carteira no longo prazo, dada a estratégia de carregamento desses títulos públicos até o vencimento. “Devido ao caráter previdenciário, a Funpresp se mantém fiel à sua Política de Investimento, que tem como horizonte relevante o planejamento de longo prazo, momento em que a maioria dos participantes se aposenta. Nesse sentido, as volatilidades de curto prazo podem gerar oportunidades de investimentos em ativos que tenham boas perspectivas de retorno no nosso horizonte de planejamento, a exemplo dos títulos públicos federais de prazos mais longos”, afirma Borges.
Fonte: Funpresp, em 21.07.2022.