O mês de fevereiro teve todos os holofotes voltados para a guerra envolvendo Rússia e Ucrânia, o que movimentou e trouxe incertezas ao mercado financeiro.
As guerras, de maneira geral, costumam ser inflacionárias. Assim, os receios quanto à inflação persistente, fruto da pandemia, se tornam ainda maiores. Com efeito, desde o início do conflito, o que se viu foi um sentimento de risk-off, com os mercados globais apresentando forte queda em meio à aversão ao risco.
No sentido oposto, o Ibovespa conseguiu sustentar leve alta motivada pelo aumento dos preços das commodities e entrada de capital estrangeiro, já que o índice tem forte exposição a empresas ligadas a esses produtos.
Neste cenário, o índice S&P 500 (principal índice de ações americanas) apresentou queda de 2,9%, enquanto o dólar desvalorizou 4,07% em face do real. O Ibovespa apresentou retorno positivo de 0,89%. Já o CDI fechou o mês em 0,76%, ao tempo que a inflação medida pelo IPCA foi de 1,01%.
Resultados dos investimentos
Sobre os investimentos da Libertas, cabe especial destaque para a carteira de FIP’s – Fundos de Investimentos em Participações, que trouxe retorno de 11,78% no mês de fevereiro, após a reavaliação de seus ativos investidos.
Por outro lado, a carteira de investimentos no exterior, que foi o grande destaque positivo no ano anterior, foi o destaque negativo de fevereiro, prejudicada pela queda do dólar e pelo contexto de quedas resultantes das incertezas da guerra.
Assim, em mais um ano que segue desafiador, os planos CD, que possuem posições mais líquidas e marcadas à mercado, sofreram mais volatilidade e fecharam o mês com alta de 0,39%. Por outro lado, os planos BD que têm a maioria dos seus ativos em títulos marcados na curva e indexados à inflação, com menor exposição à volatilidade de curto prazo, apresentaram rentabilidade positiva de 1,02% em fevereiro.
A equipe de investimentos da Libertas segue monitorando atentamente os desdobramentos do cenário macroeconômico, da guerra, da pandemia e da inflação, em busca de investimentos que tragam melhor relação de risco e retorno para as carteiras dos planos administrados.
Clique aqui e confira o vídeo sobre os resultados dos planos, apresentado pelo nosso time de especialistas.
Libertas revisa taxas de administração e zera cobrança para o Plano VocêPrev
Com objetivo de tornar os planos de previdência cada vez mais vantajosos para os seus clientes, a Libertas anuncia o resultado da revisão das taxas de administração de todos os seus planos. A nova taxa foi fixada em 0,56% para os planos patrocinados, o que representou, para a maioria deles, uma redução significativa.
O grande destaque está no plano instituído. O VocêPrev terá taxa zero entre os meses de abril de 2022 e março de 2023, o que significa que todo o investimento e rentabilidade gerados no período serão 100% revertidos para o saldo de contas do participante. Além disso, a Fundação não cobra taxa de carregamento em nenhum dos seus planos de beneficios, o que reforça ainda mais o conceito de taxa zero.
Para a cobertura dos custos administrativos do VocêPrev será utilizado o fundo de fomento do plano, sem nenhum custo ou desconto adicional para os participantes.
A revisão do custeio administrativo, aprovada pelo Conselho Deliberativo, faz parte do compromisso da Diretoria da Fundação em tornar a Libertas ainda mais competitiva no mercado e a cada dia melhor para os seus clientes.
Sobre o VocêPrev
Com o VocêPrev, fica mais fácil tirar aquele projeto do papel ou planejar qual será a renda quando chegar a hora de se aposentar. Afinal, no plano de Contribuição Definida (CD), quanto mais você contribuir, maior será seu saldo no futuro. E o melhor, este benefício pode ser estendido aos familiares de até 4º grau! Aproveite a oportunidade e conheça melhor o plano VocêPrev, clicando aqui.
Fonte: Fundação Libertas, em 29.03.2022.