Equipe de atendimento da Fundação ficará à disposição dos 2,3 mil atletas até quarta-feira (21/8)

Comunicação FUNCEF
A FUNCEF está na 15ª edição dos Jogos da Fenae (Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa Econômica Federal), que começou nesta quinta-feira (15/8) e segue até a próxima quarta-feira (21/8) em João Pessoa (PB). O evento conta com a participação de mais de 2,3 mil atletas de todo o Brasil. Eles vão competir em 15 modalidades, entre elas a natação paralímpica.
O diretor de Benefício, Jair Ferreira, que representou a FUNCEF na abertura, lembrou que o estande da Fundação está aberto a todos os participantes para esclarecimento de dúvidas, atualização cadastral, informações sobre as linhas de empréstimo do CredPlan e para escutar as demandas dos participantes.
"A FUNCEF é uma grande conquista para todos da CAIXA, e estamos aqui para mostrar que coisa boa é ter a Fundação na vida das pessoas e mostrar como ela faz a diferença”, afirmou Ferreira.
O diretor também elogiou a disposição dos competidores nos Jogos da Fenae. “Eles dão exemplo do que é qualidade de vida com os esportes”, acrescentou.

Pela primeira vez, a Ouvidoria da FUNCEF, que faz o atendimento recursal das reclamações que chegam aos canais de relacionamento da Fundação, participa dos Jogos da Fenae. A missão é a de ouvir os participantes e a de estar mais próxima deles.
O presidente da FENAE, Sérgio Takemoto, destacou a parceria da FUNCEF. “É muito importante para a gente ter a FUNCEF aqui por que a ela significa a tranquilidade para o nosso futuro; é uma alegria muito grande também porque a FUNCEF pertence a todos os empregados da CAIXA”, afirmou.
Participantes animados
Entre os competidores, Cláudia Minete, atleta do Espírito Santo, destacou a qualidade do atendimento no estande da Fundação. "Participo dos Jogos da FENAE todos os anos e o atendimento da FUNCEF sempre foi muito bom. Já pude conferir nas edições em Belo Horizonte, Porto Alegre e, agora, aqui em João Pessoa", disse Cláudia.
Mário Jorge Brasileiro, atleta de Alagoas e empregado da CAIXA desde 1989, também elogiou a turma do estande da Fundação. “A FUNCEF tem sido uma parceira fundamental em minha caminhada. Fui atendido para atualização de cadastro. O atendimento foi maravilhoso, ganhei um boné e estou aguardando uma viseira", contou Mário Jorge.
FUNCEF recebe nomes importantes do mercado financeiro para debater economia global
Seminário integra a agenda de elaboração da Política de Investimentos 2025-2029 da Fundação

Comunicação FUNCEF
A FUNCEF realizou o seminário sobre perspectivas do cenário da economia global com nove especialistas do mercado financeiro brasileiro, na quarta-feira (14/8) e quinta-feira (15/8). O tradicional evento faz parte da agenda de elaboração Política de Investimentos 2025-2029.
O diretor de Participações e Investimentos da FUNCEF, Gustavo Portela, destacou, ao abrir o ciclo de palestras, a importância do seminário para entendimento do momento atual da economia e às perspectivas do mercado interno e externo.
“Esse é 10º ano em que fazemos esse seminário. Como fazer a gestão adequada com o menor risco possível é o nosso desafio. O evento nos permite receber contribuições desses grandes parceiros e sermos mais assertivos nessa construção da nossa política de investimentos”, afirmou Portela.

Mercados globais no primeiro dia
A economista-chefe da Principal Claritas, Marcela Rocha, falou sobre macroeconomia. Ela lembrou que o foco desse ano é a economia dos Estados Unidos, mais forte do que os analistas previam. “Não houve a recessão esperada. O Estados Unidos não para de crescer e deve seguir firme e suspendendo as expectativas”, disse.

Daniel Popovich, portfolio manager da Franklin Templeton, também vê um crescimento resiliente, positivo, no mercado global, embora ainda abaixo do esperado no longo prazo, diante dos ciclos de inflação estão mais equilibrados nas grandes economias.
“A inflação está indo nas metas dos bancos centrais. Os ciclos de cortes de juros estão aí. Já houve na Suíça e vai chegar aos Estados Unidos em setembro, mas os bancos centrais vão continuar sendo reativos com comunicações que não são comprometedoras”, analisa.

Felipe Teatini, sub gestor de varejo e shoppings da XP Asset, fez um panorama do mercado do setor no Brasil. O setor tem 639 shoppings no país e segue crescendo com mais de 1 milhão de empregos gerados e 462 milhões de visitantes por ano. “É uma indústria que está investindo bastante”, afirmou.

Mercados imobiliários e estruturados no segunda dia
Os mercados de fundos imobiliários, de investimentos estruturados e de logística e transporte foram os destaques da programação do segundo dia do seminário.
Ao saudar os convidados, o diretor de Investimentos e Participações, Gustavo Portela, destacou a força da FUNCEF, como investidor institucional, para o mercado. “Somos um multi family office com 140 mil cotistas”, disse, numa referência a quantidade de participantes da Fundação.
Sócio do BTG Pactual, Fernando Crestana, disse que o mercado imobiliário vive um bom momento para os investidores de longo prazo. Segundo ele, a perspectiva de redução da taxa de juros e a convergência da inflação para a meta deve tornar os ativos imobiliários mais atraentes. “Tem oportunidade clara para o bolso fundamentalista, mais paciente”, acredita.

Já Luís Guedes, sócio e gestor do Vinci Partners, disse que vale a pena continuar a investir em renda variável, sobretudo, para diversificar o portfólio. “Em 2023, em um mês, houve rendimento de quase um ano”, afirmou, lembrando o comportamento do mercado no ano passado assustou muita gente, mas acabou se recuperando.
Adriano Casarotto, gerente de porftólio da Western Asset, gestora com 400 bilhões de dólares sob gestão, disse que o mercado de debêntures no Brasil evoluiu bastante, saindo de R$ 70 bilhões há em 2014 para 240 bilhões de emissões em 2023 e ainda em espaço para crescer. “O recorde do Ibovespa hoje é menor do que era em 2006”, disse.
Roberto Cerdeira, sócio da Pátria, lembrou que os fundos de pensão brasileiros investem 4% no setor de private equity, enquanto os do exterior já direcionam mais de 30% aos ativos. Ele destacou que, entres as vantagens da modalidade, são a liquidez e a ausência de pressão do preço de tela. “Temos tempo para tomar as decisões. Ninguém está pressionado pelo saque de fundo e não tem que vender nada”, afirmou.
Política de Investimentos
O processo de elaboração da Política de Investimentos de cada plano da FUNCEF é conduzido por analistas dedicados à projeção de indicadores macroeconômicos e de mercado.
O documento aponta a melhor composição possível da carteira de investimentos em relação ao risco e retorno e maximiza a probabilidade de a Fundação alcançar a meta atuarial dos planos.
Acesse a atual Política de Investimentos da FUNCEF
Fonte: Funcef, em 16.08.2024.