FUNCEF adere aos Princípios para o Investimento Responsável da ONU
Selo é concedido a companhias que consideram o ASG na hora de investir

A FUNCEF é a mais nova signatária dos Princípios para o Investimento Responsável (PRI, na sigla em inglês). A iniciativa reúne mais de 5 mil empresas no mundo que investem em ativos de companhias que seguem as diretrizes ambientais, sociais e de governança (ASG) ao escolher os seus investimentos.
“A adesão da FUNCEF ao PRI é mais um passo que damos para consolidar a cultura do ASG em nossa empresa. Além de optarmos por investir em ativos mais seguros, demonstra o respeito que temos pelo meio ambiente, pela governança e pelos aspectos sociais e de integridade, protegendo o patrimônio dos nossos participantes e contribuindo para uma sociedade melhor”, afirma Ricardo Pontes, presidente da Fundação.
O que é o PRI
O PRI se autodefine como “catalisador mundial do investimento responsável”. Criado em 2006, em parceria com as Nações Unidas e os maiores investidores do planeta, é representado por uma organização global.
“Por meio da colaboração, da liderança intelectual e de um compromisso inabalável, o PRI capacita os investidores a tomarem medidas concretas. Agimos em prol dos interesses dos mercados financeiros e das economias, da natureza, do meio ambiente e da sociedade global”, diz a instituição, na aba “Sobre Nós” do site.
Os associados do PRI têm US$ 139,6 trilhões sob gestão, são obrigados a seguir seis princípios que têm o ASG como força motora e devem publicar um relatório anual sobre o que estão fazendo para garantir que os fundamentos estejam sendo cumpridos.
CONHEÇA OS PRINCÍPIOS PARA O INVESTIMENTO RESPONSÁVEL
Planos da FUNCEF superam metas no 1T26 e mantêm perspectiva otimista
Novo Plano CD e REB CD lideraram retornos no período; planos BD apresentaram resultados estáveis

Os planos de benefícios da FUNCEF entregaram retornos superiores às metas no primeiro trimestre de 2026. Os resultados prévios apontam que a exceção foi o REB BD, cujo desempenho ficou muito próximo do objetivo de retorno.
O Novo Plano CD e o REB CD, planos em fase de acumulação de recursos, foram os que mais se destacaram em termos de rentabilidade, puxada pelo forte desempenho da Bolsa no período.
Os planos de Benefício Definido (BD), focados no pagamento de aposentadorias, apresentaram retornos estáveis, efeito direto da estratégia implementada de imunização da carteira.
Em termos gerais, os resultados se mantiveram dentro da expectativa, apesar do cenário marcado pela incerteza geopolítica, expectativa de aumento da inflação e grande volatilidade nos mercados de capitais.
“Os planos de Fundação têm batido consistentemente as metas. Isso é consequência do planejamento construído nos últimos anos, que estamos executando com disciplina, foco e resiliência”, afirmou o presidente da Fundação, Ricardo Pontes.
“Estamos muito otimistas com os resultados a serem alcançados em 2026”, complementou ele.
Novo Plano CD e REB CD
O Novo Plano CD e o REB CD obtiveram ganhos de 3,52% e 3,68% no 1T26, acima do objetivo de retorno de 3,07%.
Esse desempenho superou também a rentabilidade média de 3,31% dos planos de contribuição definida de 140 fundos de pensão, segundo dados da consultoria Aditus.
A carteira de ações a mercado, reposicionada em 2025, capturou a forte alta da Bolsa de Valores, que renovou máximas históricas e registrou o melhor primeiro trimestre desde 2020, impulsionada, sobretudo, pela entrada de capital estrangeiro.

Planos de Benefício Definido (BD)
O REG/Replan Saldado e REG/Replan Não Saldado alcançaram rentabilidades de 3,13% e 3,10%, superando as respectivas metas atuariais para o período.
Em comparação a outros fundos de pensão, o desempenho do REG/Replan está acima da média de 2,90% no primeiro trimestre, conforme a Consultoria Aditus.
A estratégia de imunização, executada nos últimos três anos, segue gerando resultados consistentes e previsíveis nas modalidades, que têm mais de 85% dos seus recursos aplicados em renda fixa.
É importante destacar que o resultado acumulado no 1T26 não reflete totalmente o desempenho da carteira imobiliária, que é relevante no REG/Replan, captando apenas o retorno da renda com aluguéis. A reavaliação de preços de imóveis é realizada por meio de laudo no final do ano.
O Novo Plano e o REB BD, por sua vez, obtiveram retornos de 3,14% e 3,03%, alinhados à meta (3,07%). Ambos têm carteiras formadas apenas por títulos públicos e uma fatia de empréstimos aos participantes e um forte resultado acumulado.

Fonte: Funcef, em 05.05.2026.